terça-feira, 3 de dezembro de 2013

Cardozo: ministro da Justiça não pode ser um engavetador de denúncias

O PSDB, autor do requerimento que convidou Cardozo para dar explicações no Senado aponta motivação política para a investigação



O ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo, deu detalhes nesta terça-feira (3/12) na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado dos procedimentos adotados na investigação da Polícia Federal sobre denúncia de formação de cartel e pagamento de propina em licitações para compra de trens em São Paulo, conhecido como caso Siemens.

Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado ouve o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo (Wilsom Dias/Agência Brasil)
Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado ouve o ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo

Cardozo reafirmou que em maio deste ano recebeu, em mãos, na casa dele, em São Paulo, as denúncias pelo deputado estadual licenciado Simão Pedro (PT) e que, conforme determina a lei, encaminhou o material ao diretor-geral da Polícia Federal, Leandro Daiello.

“Acho que não se pode desviar atenção do que é necessário. Cumpri meu dever, a polícia vai investigar. Se alguém tenta intimidar, obstaculizar a Polícia Federal e o Cade [Conselho Administrativo de Defesa Econômica], percam as esperanças, são órgãos republicanos. Os policiais federais e do Cade agem de maneira republicana independentemente do partido que os dirija”, garantiu Cardozo.

“Acho que não se pode desviar atenção do que é necessário. Cumpri meu dever, a polícia vai investigar. Se alguém tenta intimidar, obstaculizar a Polícia Federal e o Cade [Conselho Administrativo de Defesa Econômica], percam as esperanças, são órgãos republicanos. Os policiais federais e do Cade agem de maneira republicana independentemente do partido que os dirija”, garantiu Cardozo.

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