quinta-feira, 15 de novembro de 2012

Toffoli eterno assessor de Dirceu


Toffoli compara penas dos condenados no mensalão às da época da Inquisição

Ministro do STF que foi assessor de Dirceu na Casa Civil afirma que julgamento do caso usa parâmetros 'da época da condenação fácil à fogueira'


Fonte: Estadão

Precariedade de prisão não é motivo para não prender réus do mensalão

Presídios precisam ser melhorados?

Somente porque PTistas famosos serão encarcerados?
Ou porque querem motivo para prisão domiciliar?

quarta-feira, 14 de novembro de 2012

Toffoli decepciona, dá vexame


Toffoli diz não ser 'pedagógico' colocar pessoas na cadeia

Para ele, penas aos réus do processo 'não têm parâmetros contemporâneos no judiciário brasileiro'


Fonte: Estadão
Leia mais: www.estadao.com.br/noticias/nacional,toffoli-diz-nao-ser-pedagogico-colocar-pessoas-na-cadeia,960350,0.htm

Solidariedade com mensaleiros, corruptos e corruptores.


PT lança manifesto em defesa dos réus do mensalão e pede julgamento do PSDB

No documento, partido condena o que chama de 'politização' do julgamento pelo STF.


Fonte: Estadão
Leia mais: www.estadao.com.br/noticias/nacional,pt-lanca-manifesto-em-defesa-dos-reus-do-mensalao-e-pede-julgamento-do-psdb,960352,0.htm

sábado, 3 de novembro de 2012

Ministros do STF defendem proteção para Marcos Valério


Ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) ouvidos pela Folha defendem que o empresário Marcos Valério Fernandes de Souza, operador do mensalão e condenado pelo tribunal a mais de 40 anos de prisão, receba algum tipo de proteção do Estado.

Para eles, se Valério afirma temer pela sua vida, isso não pode ser subestimado. O empresário se diz disposto a revelar ao Ministério Público detalhes inéditos sobre o esquema que ajudou a organizar durante o governo Lula.


Novos depoimentos não terão interferência no julgamento do mensalão, que está na fase final. Mas podem resultar em novas investigações ou contribuir para outros inquéritos em curso.



Os ministros do STF não descartam a possibilidade de que Valério esteja apenas tentando tumultuar o julgamento. Um deles, que pediu reserva, afirmou que não há mais espaço para suas promessas.


Já o ministro Marco Aurélio Mello afirma que está na hora de o operador do mensalão "desembuchar, não falar em doses homeopáticas". O ministro defendeu que o Estado "proporcione aparato de segurança" a quem "se mostrar disposto a colaborar". "Depois da porta arrombada, não adianta colocar cadeado", justificou. "Na área da delinquência, falo de forma geral, o jogo é pesado."

FONTE: UOL - 

LEIA MAIS: www1.folha.uol.com.br/poder/1179709-ministros-do-stf-defendem-protecao-para-marcos-valerio.shtml

Valério disse em depoimento que pagou para cessar chantagens em Santo André


Empresário condenado pelo Supremo afirmou à Procuradoria-Geral, em setembro, ter repassado dinheiro a pessoas que ameaçavam dizer que Lula e seu assessor Gilberto Carvalho estariam envolvidos num suposto esquema de propina na cidade.

No depoimento prestado em setembro ao Ministério Público Federal, o empresário Marcos Valério Fernandes de Souza, condenado no Supremo por operar o mensalão, relatou que recursos do esquema foram enviados a Santo André após o assassinato do prefeito Celso Daniel (PT), ocorrido em janeiro de 2002. Valério disse, segundo investigadores que tiveram acesso ao depoimento sigiloso, que o dinheiro serviu para estancar supostas ameaças e chantagens a petistas.

Em sua edição desta semana, a revista Veja informa que Valério foi procurado em 2003 pelo então secretário-geral do PT, Silvio Pereira, a fim de que desse dinheiro ao empresário de ônibus Ronan Maria Pinto. Ronan, como é conhecido, estaria, segundo o petista, ameaçando dizer em público que o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seu principal assessor, o hoje ministro da Secretaria-Geral da Presidência, Gilberto Carvalho, seriam os beneficiários do esquema de desvio de dinheiro público da prefeitura de Santo André.
FONTE: ESTADÃO

quinta-feira, 1 de novembro de 2012

A língua de Marcos Valério amolece na proporção direta da aproximação da cana dura.

O operador do mensalão prestou depoimento à Procuradoria da República, informam os repórteres Ricardo Brito e Fausto Macedo. Deu-se em setembro, numa audiência com o procurador-geral da República Roberto Gurgel. Valério informou que tem o que dizer. Em troca de proteção, ele se dispõe a colaborar. Tomado pelos nomes que levou à mesa, o provedor das arcas do mensalão é portador de segredos insondáveis. Citou Lula e o ex-ministro Antonio Palocci, dois nomes que não constam do processo sob julgamento no STF. Contou que fez outras remessas de dinheiro ao exterior além daquelas que foram parar na conta de Duda Mendonça, o marqueteiro da campanha de Lula em 2002. Informou que foi ameaçado de morte. E insinuou que dispõe de informações sobre outro caso: o assassinato do ex-prefeito petista de Santo André, Celso Daniel, morto em 2002.

Para prover os detalhes, Valério pede para ser incluído no programa de proteção a testemunhas. Algo que, no limite, poderia livrá-lo da cadeia. Após avistar-se com o procurador-geral, formalizou o pedido em fax enviado ao STF, algo já noticiado no início da semana. Destinatário do documento, o ministro Carlos Ayres Britto, presidente do Supremo, definiu-o como “hiperlacônico”. Disse ter remetido a peça ao relator do mensalão, Joaquim Barbosa. Determinou que fosse analisada sob sigilo. Por isso, absteve-se de dar detalhes. Um eventual depoimento de Valério já não teria o condão de alterar os rumos do julgamento do STF. Ele já foi conenado a mais de 40 anos de prisão. Porém, suas revelações poderiam ter serventia em processos que ainda aguardam julgamento no próprio STF e na primeira instância do Judiciário. São desdobramentos do inquérito do mensalão.

Há, de resto, o caso do mensalão do PSDB de Minas Gerais –uma parte corre no STF e outra na Justiça Federal, em Belo Horizonte. Na hipótese de Valério ser levado a sério, ele seria incluído no programa de ‘assistência a vítimas e a testemunhas ameaçadas’. Previsto em lei, assegura proteção do Estado. O ex-parceiro de Delúbio Soares teria de ser enviado a um local desconhecido. Na prática, a proteção evitaria o cumprimento da pena de cadeia. Dependendo do que Valério disser, a troca pode ser justificável. Primeiro porque o degredo não deixa de ser um castigo. Depois, poque o país tem o direito de conhecer os detalhes de tudo o que se passou no assombroso período de 2002 a 2005. Também merece conhecer os meandros do caixa clandestino que besuntou a malograda campanha reeleitoral do tucano Eduardo Azeredo ao governo mineiro.
Fonte: Blog do Josias

ENTENDENDO O 9 DE JULHO

ENTENDENDO O 9 DE JULHO por Ivan César Belentani Capitão da Polícia Militar do Estado de São Paulo. O dia 9 de julho se tornou feriado n...