domingo, 28 de outubro de 2012

Lewandowski é insultado por eleitores em São Paulo

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) e revisor do processo do Mensalão, Ricardo Lewandowski, foi insultado por eleitores e um mesário na saída do Colégio Mario de Andrade, no Brooklin, onde ele votou por volta das 12h deste domingo, 28. Lewandowski é revisor do processo do mensalão, atualmente em julgamento no STF.
Enquanto o revisor dava entrevista, uma eleitora se aproximou e disse: “Que nojo!”, em seguida ela saiu do colégio. “Na verdade, sou cumprimentado nos lugares onde vou”, disse Lewandowski. Sobre a manifestação da eleitora, ele disse que ela deveria estar se referindo a alguma coisa na calçada do colégio. Ao deixar o local, um mesário exclamou: “Mande lembranças para o Zé Dirceu”, referindo-se ao ex-ministro da Casa Civil, José Dirceu, que foi absolvido por ele no julgamento. Em seguida, o assessor de Lewandowski procurou saber quem era o manifestante, mas o mesário não conversou com ele. Imprensa. A imprensa foi impedida de acompanhar a votação do ministro, por ordem do juiz eleitoral Alexandre David Malfatti. Sem dar explicações sobre o motivo da proibição, o juiz limitou-se a dizer que se tratava de uma decisão pessoal. Depois de votar, no entanto, Lewandowski falou com os repórteres.

Zé Dirceu em fase ruim!

Só falta Cuba negar visto de entrada ao José Dirceu ! (Por Tutty Vasques

sábado, 27 de outubro de 2012

quinta-feira, 25 de outubro de 2012

Dirceu, Genoíno e Delúbio são 'presos políticos' ou serão 'políticos presos'?

Chega a ser até certo ponto risível a afirmação de alguns líderes do PT dizendo que seus companheiros acatarão a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) condenando principalmente José Dirceu, José Genoíno e Delúbio Soares, antigos dirigentes petistas como responsáveis por diversos crimes praticados durante o 'Mensalão do PT'. Informam os petistas que, em caso de prisão de seus integrantes eles vão se declarar 'prioneiros políticos', porque consideram que o STF está fazendo um julgamento de exceção. Mas, como assim? Por acaso estamos em algum regime ditatorial? Se estamos, é porque o PT sabe disfarçar muito bem, mas o regime atual no Brasil é o mais democrático possível, ao ponto de os dois últimos presidentes da República serem daquele partido e terem indicado e nomeado nada menos que sete dos atuais ministros do Supremo, já tendo indicado o oitavo, em vias de ser aprovado pelo plenário do Supremo;

A sociedade brasileira já teve que aturar Lula e seus comandados dizendo que o 'Mensalão do PT' é uma farsa e que nunca existiu. Quem tem memória ativa lembra muito bem do ex-presidente dizendo que o PT deveria pedir desculpas ao País e que ele havia sido traído pelos que o haviam traído, visto que ele, como sempre, 'não sabia de nada'. O julgamento do 'Mensalão do PT' foi feito com o STF demonstrando para o País, finalmente, a sua independência. Lula, Dilma e os líderes petistas não esperavam que composto por maioria de ministros 'petistas' José Dirceu, José Genoíno e Delúbio Soares fossem tão amplamente condenados. Apenas os ministros Ricardo Lewandowski e Antônio Dias Toffoli 'vestiram a camisa' do PT o procuraram absolver ou atenuar as penas atribuídas principalmente ao trio principal;

O resultado do julgamento não deixou nenhuma dúvida de que o "mensalão do PT' existiu. Certamente os réus dos mensalões do PSDB e do DEM vão ter o mesmo tratamento e vão ser também condenados pelos crimes que tenham praticado. O que o povo quer agora saber é se essa turma vai também ser condenada a ressarcir os cofres públicos nos milhões que foram desviados para formação da 'base alidada' do Governo de Lula. Foi muito dinheiro que teria servido pela melhoria do ensino, mais leitos em hospitais, mais segurança pública, melhores estradas, além de outros serviços públicos bastante carentes no Brasil. Certamente o povo quer esse dinheiro de volta ao erário público, palavra que no caso significa do povo, o mais roubado nesses episódios;

Essa apelação dos petistas condenados é mesmo engraçada, pois como alguém já disse um dia, os petistas que foram presos políticos estão caminhando para se tornarem efetivamente como políticos presos. Parabéns ao Supremo, mais do que nunca um guardião da Constituição.
Fonte: http://pontoetvirgula.blogspot.com.br/2012/10/ze-dirceu-genoino-e-delubio-sao-presos.html

Da-lhe Joaquim Barbosa

Entre os muitos presentes que Joaquim Barbosa tem recebido de admiradores nestes tempos de julgamento, três livrinhos de cordel se destacavam sobre sua mesa no gabinete do STF: um sobre o mensalão, outro sobre o PT e um terceiro intitulado O Dia Em Que Lula Foi Para o Inferno. Barbosa, a propósito, ainda não os leu.

Penas aplicadas a Marcos Valério indicam prisão para José Dirceu

Apontado como o 'chefe' do esquema de compra de votos, ex-ministro deve receber penas semelhantes ou até maiores; Corte sinalizou que punição será de acordo com grau de envolvimento.
As penas impostas nessa quarta-feira, 24, pelo Supremo Tribunal Federal (STF) ao publicitário Marcos Valério Fernandes de Souza, operador do mensalão, nos crimes cometidos em conjunto com o ex-ministro da Casa Civil José Dirceu, indicam que o homem forte do primeiro governo Lula e acusado de chefiar o esquema terá de cumprir parte da pena na cadeia. Dirceu foi condenado por formação de quadrilha e corrupção ativa por comandar a compra de votos do Congresso Nacional no primeiro mandato do governo Lula. Por esses mesmos crimes, Marcos Valério foi condenado pela maioria dos ministros a 10 anos e 7 meses de prisão, sendo 7 anos e 8 meses por corrupção ativa e 2 anos e 11 meses por formação de quadrilha. Como a Corte já decidiu que Marcos Valério atuou sob o comando do então ministro da Casa Civil, o tribunal deve impor penas semelhantes ou até maiores para o homem forte do inicio do governo Lula. Nessa quarta, o relator do processo, ministro Joaquim Barbosa, chegou a afirmar que "Marcos Valério aceitou participar da empreitada criminosa comandada por José Dirceu para dominar o poder político". Três fatores aumentam a probabilidade de ser aplicado a José Dirceu uma pena de prisão acima de 8 anos, o que, pela legislação em vigor, obrigaria-o a cumprir parte da pena em regime inicialmente fechado. Em primeiro lugar, o relator Joaquim Barbosa indicou, ao longo do julgamento, que imporia penas maiores para os chefes do esquema. O mesmo critério será usado pelos demais ministros. O ex-chefe da Casa Civil foi apontado, pelo Ministério Público, como o líder da quadrilha, mentor e mandante do esquema. Um segundo ponto é que os ministros aplicaram, no caso da corrupção ativa cometida por Marcos Valério, a mais recente lei para esse crime, aprovada pelo Congresso em novembro de 2003. A norma elevou a pena mínima de prisão de 1 para 2 anos e a máxima, de 8 para 12 anos. A justificativa é a de que o esquema atuou entre os anos de 2003 e 2005, sendo apenas desmontado a partir das revelações do delator do mensalão, Roberto Jefferson (PTB-RJ). A mesma regra deve ser usada pela Corte para o ex-chefe da Casa Civil. Outro fator para a tendência de alta na pena a ser fixada para José Dirceu é o fato de o ministro Ricardo Lewandowski, revisor do processo, não participar da dosimetria do ex-ministro por tê-lo absolvido dos dois delitos. Na sessão de ontem, Lewandowski contrariou as penas propostas por Joaquim Barbosa, obteve apoio da maioria no plenário e conseguiu baixar, em duas oportunidades, as penas aplicadas a Marcos Valério. José Dirceu não contará com os votos do revisor. Pela legislação brasileira, um réu que venha ser condenado a pena superior a 8 anos de prisão não ficará na cadeia por todo esse tempo. Depois de cumprir um sexto da pena, ele terá direito à progressão de regime, passando do fechado para o semiaberto, no qual tem de dormir na prisão, tendo direito a trabalhar. Contudo, o ex-ministro da Casa Civil só saberá qual seu destino no processo após o segundo turno das eleições municipais, marcado para o domingo, dia 28. Fechado. Nos últimos dois dias, o tribunal já aplicou oito penas para o operador do mensalão pelos crimes de formação de quadrilha, corrupção ativa, peculato, lavagem de dinheiro e evasão de divisas. As penas impostas a Marcos Valério, se somadas, chegam a 40 anos, 1 meses e 6 dias e quase de R$ 3 milhões em multas. Para concluir a apreciação das penas impostas ao publicitário, falta apenas o voto do ministro Marco Aurélio Mello, que pediu para se manifestar esta tarde quanto aos crimes de corrupção ativa, no caso da compra de votos dos parlamentares, e evasão de divisas. Na punição que impôs a maior pena a Marcos Valério por um crime, de 7 anos e 8 meses de prisão por corrupção ativa, o relator Joaquim Barbosa destacou que o envolvimento do publicitário na compra de parlamentares é uma conduta "mais reprovável". "Os motivos dos crimes são extremamente graves. Os fatos e provas dos autos revelam que o crime foi praticado porque o PT, cujos correligionários vinham beneficiando as empresas às quais estava vinculado Marcos Valério, não detinham maioria na Câmara", concluiu. Os ministros do STF já admitem ser impossível cumprir o cronograma traçado por Barbosa e encerrar a análise da dosimetria da pena nesta semana. O julgamento será interrompido na próxima semana, pois Joaquim Barbosa já anunciou que viajará para Dusseldorf, na Alemanha, a fim de se submeter a um tratamento de saúde. E só será retomado no dia 5 de novembro.
Fonte: Estadão

Oposição quer ver Lula investigado


Os partidos da oposição planejam requerer ao Ministério Público nova investigação do esquema de "comprar" deputados com dinheiro público, mas desta vez abrangendo denúncias que davam conta do envolvimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. Segundo líderes do PSDB, a medida não foi tomada antes para "não tumultuar" o processo do mensalão. 
Fonte: O Estado de S.Paulo

Dirceu se considera ‘prisioneiro político de julgamento de exceção’


Ex-ministro diz a aliados que está 'preparado' para o pior; 
PT divulgará manifesto com críticas ao Judiciário

Fonte: Estadão

Dirceu diz que está preparado para 'o pior' no julgamento

Tadinho dele!

Mas eu queria que ele pegasse 80 anos!

STF conclui que houve compra de votos e uso de dinheiro público

Mas ignora participação de Lula no mensalão?

Sepúlveda Pertence: Condenações não mudarão a história do Brasil

Cabe a nós mostrar ao ex-presidente do STF que isso não é verdade.

Marcos Valério - 40 anos de prisão

Aguardo ansioso pra ver qual será a pena do Zé do PT

quarta-feira, 24 de outubro de 2012

Em nova discussão, Barbosa insinua que Lewandowski advoga para réus do mensalão

Relator do mensalão no STF (Supremo Tribunal Federal), Joaquim Barbosa, e o revisor, Ricardo Lewandowski, protagonizaram nesta quarta-feira um novo embate por conta da fixação das penas do empresário Marcos Valério, considerado o operador do esquema. Em um dos momentos mais duros da discussão, Barbosa insinuou que o colega "advogava" para os réus e ouviu de volta que "integrava a acusação e era membro do Ministério Público", lembrando a origem do relator no mundo jurídico. Após ser derrotado pelo plenário na discussão sobre a pena de Valério por corrupção ativa no caso de desvio de recursos ligados ao Banco do Brasil, Barbosa disse que "por vezes nosso sistema de Justiça penal é risível". "Estamos discutindo a pena a ser aplicada a um homem que fez o que fez contra o Estado brasileiro. Na prática, ele não cumprirá seis meses de prisão, no máximo quatro meses", disse o relator. O revisor retrucou. "Ele não cumprirá essa pena isolada. Vai cumprir penas que, no meu cálculo, já ultrapassam duas décadas. Vossa excelência acha isso pouco?", disse. Barbosa disse que achava pouco, o que o revisor discordou. "Vossa Excelência advoga para eles?", questionou então o relator. "Está sempre defendendo." "Eu não, Vossa Excelência integra a acusação? É membro do Ministério Público?", respondeu Lewandowski. O presidente do Supremo, Carlos Ayres Britto, tentou interferir para apartar a discussão, mas ouviu do relator que estaria incomodado com possíveis criticas. O presidente do tribunal negou. DISCUSSÕES A discussão foi o segundo enfrentamento entre relator e revisor na tumultuada sessão de hoje. Logo no início da discussão, Barbosa reafirmou que Lewandowski "barateava o crime de corrupção" e o acusou de "estar plantando neste momento para colher depois". Indicando intransigência de Barbosa para discutir o tamanho das penas, o revisor chegou a dizer que "não estamos mais no tempo do absolutismo". A discussão começou porque ministros apontaram que Barbosa cometia um equívoco ao considerar pena nova de 2003 para condenar o empresário pelo crime de corrupção por desvio de recursos ligados ao Banco do Brasil. Lewandowski disse que o delito ocorreu em 2003, quando ainda valia norma que estabelecia penas de 1 a 8 anos de prisão para o crime. Só após novembro de 2003 a punição passou a ser de 2 a 12 anos. Barbosa resistia a aplicar a lei antiga, mas acabou recuando. O revisor ainda reclamou do sistema de definição de pena estabelecido por Barbosa. Segundo ele, o critério poderia levar a uma pena "estratosférica". O relator reagiu. "Vossa excelência está plantando neste momento para colher depois", disse. Lewandowski não retrucou, mas em outro momento cobrou clareza de Barbosa no voto, com a revisão da aplicação da lei. "O réu tem o direito de saber como se deu a dosimetria. Não estamos mais no tempo do absolutismo", disse. "Não podemos mecanicamente ficarmos a calcular as penas crime por crime, porque chegaremos a um total estapafúrdio, temos que ir calibrando as penas com razoabilidade.[...] Vamos chegar a uma pena estratosférica", completou. O ministro Marco Aurélio Mello sugeriu um recesso de uma semana para os ânimos se acalmarem. Na próxima semana, Barbosa tem uma viagem para Alemanha para passar por tratamento de saúde. "Ouso dizer que talvez precisemos de um recesso para chegar a um concerto com C em termos de pena. Devemos marchar com absoluta segurança. Não dá para conduzir de cambulhada", afirmou Marco Aurélio.
Fonte: Folha de São Paulo

Marcos Valério tem um ótimo Defensor

Levando whisky

Nove motivos pelos quais o ministro do STF deve ser expulso do STF

A Voz Do Povo: Nove motivos pelos quais o ministro do STF deve se... : (1) Gilmar telefonou espontaneamente para Silval Barbosa, ex-governad...