sexta-feira, 4 de novembro de 2011

USP, Maconha e Política

Esta semana, além da doença de Lula, a USP voltou ao noticiário pela petulância dos seus “alunos maconheiros” que querem que a Polícia Militar não mais faça policiamento ostensivo no campus. Usando razões políticas que remontam a década de 60, e o velho ranço que cerca os comunistas e suas teorias marxistas, os maconheiros da USP são o modelo de profissionais que estamos formando para as próximas décadas. Demonstram toda a inovação e o empreendedorismo que a causa psicotrópica requer. Todos dali estão preocupados com o futuro do país, da instituição e deles próprios. E de suas famílias também. E como todo bom comunista, possui uma família burguesa para chamar de sua e para dar razão filosófico-política às suas falácias. Seu discurso vazio e repleto de larica anárquica é um engodo só. Sua preferência por cigarros de ervas naturais, ricas em THC, deriva da saudosa prática que seus antepassados de luta armada usavam para criar coragem para enfrentar a polícia. Estamos vendo a decadência do corpo discente da USP, que se não fosse seu corpo docente, estaria mergulhada na mais profunda crise de identidade e conhecimento que já houve nas grandes instituições de ensino do país. Os representantes políticos do PCO, que de maneira canalha tomaram a reitoria da USP, mostram que suas causas, de operárias nada tem, ao contrário, deixam de lado pessoas que teriam melhor proveito de sua oportunidade para realizar uma ação política e educacional bem mais eficaz que esses pagés do bacharelismo estatal. Borá, mandar um prá cabeça.

p.s.: é possível ver no cartaz acima a profundidade política das razões que cercam os maconheiros, no campus da USP.

p.s.1: apenas para informar na cidade universitária da USP circulam mais de 100 mil pessoas todos os dias.


Fonte: http://sabordigital.wordpress.com/2011/11/03/usp-maconha-e-politica/

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