terça-feira, 20 de setembro de 2011

Indignação!!!

Corrupção é crime hediondo, genocidio indireto, pois desvia recursos que deveriam ir para a construção de creches, escolas, hospitais, e mais grave: dinheiro que poderia alimentar milhares de brasileiros que sucumbem às mais variadas moléstias, vitimas de subnutrição enquanto o lulopetismo- a Herança Maldita-, locupleta-se com obras superfaturadas, tráfico de influência e "aditivos" que poderiam ir para a saúde tão sucateada, enquanto Dilma, nos EUA, discursa mentirosamente, sobre a excelência desta mesma saúde no Brasil!

Amigos(as), fiquemos atentos para o julgamento do mensalão! Thomas Bastos, o advogado dos mensaleiros, já começa a movimentár-se no sentido de nomear para o STF, "juizes" amestrados que farão tudo que seu mestre mandar!

Aumentemos as manifestações, os protestos nas ruas e nas redes sociais!
Divulguem sem cessar a nossa indignação!

Carlos Vereza

Todos Juntos Contra a Corrupção - Cinelândia em frente a câmara de vereadores do Rio de Janeiro

HOJE: TODOS JUNTOS CONTRA A CORRUPÇÃO!

Transcrevo este post que está no blog do Reinaldo Azevedo, no sentido de ajudar na divulgação e mobilização para a manifestação TODO JUNTOS CONTRA A CORRUPÇÃO que acontece nesta terça-feira no Rio de Janeiro. Leiam:
Está prevista para esta terça, no Rio, a manifestação “Todos Juntos Contra a Corrupção”, a partir das 17h, na Cinelândia. É IMPORTANTE DESTACAR QUE QUEM DEU LARGADA AO PROTESTO É GENTE COMUM, QUE NÃO É LIGADA A PARTIDOS NEM REPRESENTA “ENTIDADES”.
A manifestação de amanhã conta com o apoio da OAB, da ABI e da ONG Contas Abertas. Apoio, nesse caso, quer dizer que essas entidades endossam a manifestação — nada além disso. E, como sempre digo tudo, então lá vai: a OAB e a ABI entram tarde nos protestos, não é mesmo? Em outros tempos, já teriam botado a boca no trombone. Ok. Antes tarde do que nunca. Mas quem senta na janelinha é o “povo”.
Faço esse registro para deixar claro que os protestos que estão pipocando no país não dependem de grifes para acontecer. Melhor assim! Do blog do Reinaldo Azevedo

Fonte: http://aluizioamorim.blogspot.com/2011/09/hoje-todos-juntos-contra-corrupcao.html?spref=fb

domingo, 18 de setembro de 2011

O que me consola é que El Rey Sarney de Banânia não vai durar mais 10 anos

Fernando Sarney saiu impune e mais rico

Democracia neste país é relativa, mas corrupção é absoluta

O Mascate

POLÍTICA MIÚDA

Carlos José Marques, diretor editorial da revista Isto é

O festival de delitos do agora ex-ministro do Turismo Pedro Novais mostra em estado puro um tipo de político que tem compulsão pelo uso da máquina pública em proveito próprio e acredita piamente não estar fazendo nada de errado. Tal e qual um coronelzinho provinciano de podres poderes, Novais armou de tudo um pouco em seu fisiologismo descarado. Pagou festinhas em motel com verba parlamentar, salário de governanta e até do motorista particular com o seu, o meu, o nosso dinheiro. A mulher do ministro também aproveitava as benesses do Legislativo e saía às compras em carro bancado por verba indenizatória do gabinete – que teoricamente serviria à locação de veículo para uso oficial. De supermercados a restaurantes e lojas de grife, Maria Helena não parava em seu circuito diário de madame da sociedade com um servidor que fazia as vezes de chofer pela capital federal. Muitos poderão dizer que tais delitos não passam de crimes da raia miúda, tão medíocres que não deveriam nem ser considerados para punição. Mas é justamente esse comportamento condescendente com os pequenos desvios que levou à completa deterioração da imagem do Congresso Nacional e da classe política, com raríssimas exceções. A tolerância com o malfeito sinaliza uma falta de respeito para com o cidadão/eleitor. Diante desse quadro crônico de mazelas é que, por todo o País, vem subindo por esses dias a temperatura de protestos contra a corrupção. O povo, talvez cansado da inanição moral de uma de suas principais instituições, parece mais disposto do que nunca a dar um basta a esse estado de coisas. Novas manifestações estão marcadas para esses dias e, de alguma forma, mesmo que involuntariamente, deverão ajudar na faxina empreendida pelo governo Dilma. Isso porque a presidente, com sua limpeza ética, vinha enfrentando fortes resistências, dos próprios congressistas, que prometiam retaliar votando contra projetos encaminhados pelo Executivo. De alguma maneira, se a contaminação em escala da podridão parlamentar foi inevitável, a faxina de Dilma se apresenta como crucial. Ela atende aos anseios da imensa maioria dos brasileiros que clama por uma nova ordem política. Menos miúda, mais republicana.

quinta-feira, 15 de setembro de 2011

Os ministros que caíram

Antonio Palocci - Primeiro a cair, ja tinha sido obrigado a sair no governo Lula, apos o episódio Francenildo. O primeiro a deixar o governo de Dilma Rousseff foi Antonio Palocci, em junho, que deixou a Casa Civil após suspeitas sobre o seu patrimônio

Alfredo Nascimento - Deixou o Ministério dos Transportes após ter seu nome envolvido em suspeitas de corrupção na pasta.

Nelson Jobim - declarações que desagradaram Dilma, como a revelação de que votou em Serra em 2010. ainda disse que a ministra Ideli Salvatti (Relações Institucionais) é "fraquinha" e que Gleisi Hoffmann (Casa Civil) "sequer conhece Brasília".

Wagner Rossi - Ele deixou o Ministério da Agricultura após onda de acusações que incluíram pagamento de propinas, influência de lobistas e aparelhamento político

Pedro Novais - Suspeito de usar dinheiro público para pagar sua governanta por sete anos e a de usar motorista da Câmara para transportar sua mulher

Lobão Filho, o mais ausente no 1º semestre

O grave acidente sofrido no início do ano não explica tudo. Por conta dos ferimentos, ele somou 18 ausências. Mas há outras 17 faltas que o acidente não explica, nove delas sem justificativa Leia mais



Mais um AMIGO do Sarney no Ministério do Turismo

Pedro Novais

Voltou para junto de seus iguais no Congresso Nacional.

quarta-feira, 14 de setembro de 2011

Ministro do Turismo usa servidor público como motorista da mulher. Quem vai pagar a conta?

Ministro do Turismo usa servidor público como motorista da mulher

A mulher do ministro do Turismo, Pedro Novais, usa irregularmente um funcionário da Câmara dos Deputados como motorista particular, revela reportagem de Andreza Matais e Dimmi Amora publicada na Folha desta quarta-feira (a íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).
O servidor, Adão dos Santos Pereira, fica dia e noite à disposição da mulher do ministro, Maria Helena de Melo, 65, que é funcionária pública aposentada e não trabalha no Congresso.

Leia mais: http://www1.folha.uol.com.br/poder/974861-ministro-do-turismo-usa-servidor-publico-como-motorista-da-mulher.shtml

1 Trilhão de Reais - Grande parte disso vai ser roubada por corruptos e corruptores!


Terra

O Impostômetro da Associação Comercial de São Paulo (ACSP) atingiu nesta terça, às 11h31, a marca de R$ 1 trilhão de impostos pagos pelos brasileiros desde 1º de janeiro deste ano. Em 2010, a marca foi alcançada 35 dias mais tarde, em 18 de outubro. O novo portal do Impostômetro será inaugurado nesta terça, segundo a ACSP, e também um site que dará início ao Movimento Hora de Agir, em que qualquer pessoa poderá gravar um vídeo, emitir sua opinião e relatar sua experiência com relação à carga tributária brasileira. Outra novidade é um documento oficial, em nome dos empreendedores paulistas, para que os deputados federais coloquem em votação e aprovem o Projeto de Lei 1472/2007, que já foi aprovado pelo Senado e determina a discriminação do valor dos impostos pagos nas notas fiscais. No Pátio do Colégio, na capital paulista, será montado um feirão, para que as pessoas conheçam o porcentual de impostos embutidos nos preços dos produtos, como arroz, feijão, xampu, sabonete, entre outros.

Quem pagou a conta? Sarney e o Helicóptero

Sarney usa helicóptero do Maranhão em viagem particular

O presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP), usou um helicóptero da Polícia Militar do Maranhão para passear em sua ilha particular duas vezes neste ano, informa a reportagem de Felipe Seligman e João Carlos Magalhães, publicada na Folha desta segunda-feira (a íntegra está disponível para assinantes do jornal e do UOL, empresa controlada pelo Grupo Folha, que edita a Folha).
A aeronave foi adquirida no ano passado para combater o crime e socorrer emergências médicas. Foi paga com recursos do governo estadual e do Ministério da Justiça e custou R$ 16,5 milhões.

Leia mais: http://www1.folha.uol.com.br/poder/963086-sarney-usa-helicoptero-do-maranhao-em-viagem-particular.shtml

terça-feira, 13 de setembro de 2011

Ministro pagou governanta com verba pública por 7 anos

O ministro do Turismo, Pedro Novais (PMDB), 81, usou dinheiro público para bancar o salário da governanta de seu apartamento em Brasília, informa reportagem de Andreza Matais e Dimmi Amora, publicada na Folha desta terça-feira.
O pagamento é irregular: foi feito de 2003 a 2010, quando Novais era deputado federal pelo PMDB do Maranhão.
A empregada Doralice Bento de Sousa, 49, recebia como secretária parlamentar na Câmara, nomeada por Novais.
Fonte: Folha.com

Editorial da revista Istoé - "O recado da sociedade"


  • N° Edição: 2183
  • | 09.Set.11 - 21:00
  • | Atualizado em 13.Set.11 - 10:30

"O recado da sociedade"

Mário Simas Filho, diretor de núcleo

Não é de hoje que os brasileiros, mobilizados em torno de entidades representativas ou por intermédio das difusas comunidades virtuais, saem às ruas para exigir das autoridades uma postura mais ética e clamar contra a corrupção. Foi graças à força de quase dois milhões de assinaturas populares que o Congresso aprovou em maio do ano passado a chamada Lei da Ficha Limpa. Deputados e senadores se viram obrigados a aceitar a demanda popular e implantar a norma que tem o objetivo de evitar que pessoas com passado comprometedor ocupem cargos eletivos em qualquer nível de poder. Na quarta-feira 7, quando o País comemorou 189 anos de independência, milhares de pessoas ocuparam a Esplanada dos Ministérios e as ruas das principais capitais do Brasil. Desta vez, não seguiam a orientação de movimentos sociais, entidades de classe ou ONGs. Mobilizaram-se a partir de mensagens trocadas pela internet, não permitiram que partidos políticos se apropriassem do movimento, impediram o levantar de bandeiras ideológicas e deram um claro recado: a insatisfação com a corrupção. O movimento, ainda difuso, promete novas manifestações, e parlamentares experientes, como o senador Pedro Simon (PMDB-RS), avaliam que a tendência é de que haja um maior número de manifestantes.

Diante desse quadro, resta aos políticos dar as respostas que a sociedade exige. Na mesma quarta-feira 7, em cadeia nacional de rádio e tevê, a presidente Dilma Rousseff deixou claro que a faxina continua e que não irá tolerar a corrupção no Executivo. Para enfrentar de vez o problema, no entanto, é preciso que o Legislativo se movimente. Deputados e senadores não podem mais adiar a questão da reforma política. Não aqueles arremedos que têm tramitado pelo Congresso e que na prática traduzem apenas mais poder para os partidos na hora de definir os eleitos ou buscam a garantia de recursos financeiros para as disputas eleitorais. O que o brasileiro manifesta é o desejo de uma reforma política que assegure a transparência nas arrecadações de campanha e dos compromissos de cada candidato. Uma reforma que, em tempos de informação online, permita ao eleitor um efetivo controle sobre as atividades de seus representados e um sistemático acompanhamento dos gastos públicos. E, acima de tudo, o povo exige punição. Não suporta mais assistir a cenas de ocupantes de cargos públicos colocando nos bolsos, e nas cuecas, maços e maços de dinheiro e continuarem em seus cargos como se a prática do pagamento de propinas fosse algo absolutamente normal. Num Parlamento que nos últimos nove meses se limitou a votar dois ou três temas de interesse do Executivo, há tempo de sobra para que a reforma política seja tratada com a seriedade que merece, ainda este ano, para que as eleições de 2012 já

sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Movimento Contra a Corrupção

Os políticos não se deram conta de que alguma coisa está em gestação, de que um movimento está em curso, de que algo se move no ventre da sociedade brasileira.

Para os ALIENADOS - Antecipamos capítulo de FINA ESTAMPA

Guaracy ampara Griselda em momento de revolta

Ela rasga foto do falecido marido e o culpa por seu sofrimento


Guaracy diz para Griselda que irá ficar ao lado dela (Foto: Fina Estampa/ TV Globo)Guaracy diz para Griselda que irá ficar ao lado dela (Foto: Fina Estampa/ TV Globo)

Sozinha em casa, Griselda (Lilia Cabral) chora por Antenor (Caio Castro) e pede para sua santa protegê-lo. Ela olha para a imagem de Pereirinha, o falecido marido, e o culpa por todo o sofrimento: "Eu tive que me virar para alimentar, vestir, educar e dar o mínimo de educação para os meus filhos. Tudo porque você desapareceu no mar."

JOGO: ajude Griselda e conheça os personagens de Fina Estampa

Ela quebra porta-retrato do ex-marido e chora (Foto: Fina Estampa/ TV Globo)Ela quebra porta-retrato do ex-marido e chora

Griselda pega o porta-retrato, quebra a moldura no chão e rasga a imagem do falecido. Do lado de fora da casa, Guaracy(Paulo Rocha) ouve o barulho e entra correndo para ver o que está acontecendo.

"Não te preocupes que estou cá com todo respeito por ti", ampara o português. Ele a pega nos braços e a conduz até o sofá. E mesmo Griselda dizendo que já está bem, ele afirma que até mesmo uma fortaleza precisa de amigos, por isso, dali não sairá.

Português ampara sua amada (Foto: Fina Estampa/ TV Globo)Português ampara sua amada no chão

Sem forças, ela desiste e agradece a atitude do amigo com um sorriso. Fique ligado emFina Estampa e não perca esta cena que vai ao ar na próxima sexta-feira, 9/9. Saiba mais sobre o capítulo.

Confira as últimas de Fina Estampa

Veja tudo o que acontece nos bastidores da novela

Pereirão conserta: divirta-se procurando as ferramentas de Griselda

FONTE: GLOBO.COM

O FIM DA APATIA!!!

Parabéns! A rede social mostrou que a apatia contra o lulopetismo está terminando!
A mobilização marcou o 7 de Setembro como o inicio de um movimento de reação à corrupção e a roubalheira caracteristica do partido que se dizia paladino da ética e da moralidade, e que revelou-se a maior quadrilha de assaltantes aos cofres públicos do país!

É preciso atenção às tentativas do PT que pretende implantar a censura aos meios de comunicação, principalmente à imprensa, que está sendo fundamental nas denuncias de membros do governo Dilma, que herdou a herança maldita do palanqueiro, que praticamente nomeou todo o ministério da ex-ministra da casa civil, não tão inocente, pois conhecia todos os nomeados, quando de sua função como ministra!

Carlos Vereza

Fonte: http://carlosverezablog.blogspot.com/2011/09/o-fim-da-apatia.html

WikiLeaks, Brasil e Corrupção

Carta de embaixador dos EUA mostra preocupação com corrupção no governo Lula

Documento de diplomata americano foi revelado pelo site WikiLeaks esta semana

A diplomacia americana considera que a corrupção durante o governo de Luiz Inácio Lula da Silva era "generalizada e persistente" e atingia todos os Três Poderes. A avaliação foi revelada em uma carta enviada há um ano e meio pelo embaixador dos Estados Unidos no Brasil, Thomas Shannon, ao procurador-geral americano, Eric Holder.

Na carta, que servia como uma preparação para a visita de Holder ao Brasil, Shannon fez ainda um raio X da Justiça brasileira, acusando-a de "despreparada" e "disfuncional". O documento foi revelado esta semana pelo WikiLeaks.

Essa não é a primeira revelação sobre os comentários da diplomacia americana sobre a corrupção no Brasil. Documentos de 2004 e 2005 revelaram a mesma preocupação e mesmo o risco de os escândalos do mensalão acabarem imobilizando o governo.

Mas o que fica claro é que, mesmo no último ano do governo Lula, a percepção americana não havia mudado sobre a presença da corrupção na administração. E o fenômeno não se limitaria aos Três Poderes. Segundo Shannon, as forças de ordem também seriam prejudicadas por "falta de treinamento, rivalidades burocráticas, corrupção em algumas agências e uma força policial muito pequena para cobrir um país com 200 milhões de habitantes".

Outra constatação da diplomacia americana foi sobre os problemas enfrentados pela Justiça no Brasil. "Apesar de muitos juristas serem de alto nível, o sistema judiciário brasileiro é frequentemente descrito como sendo disfuncional, permeado por jurisdições que se acumulam, falta de treinamento, burocracia e atrasos", escreveu o embaixador.

Para Shannon, "polícia, procuradores e juízes precisam de treinamento adicional" no Brasil. "Procuradores e juízes, em especial, precisam de treinamento básico para ajudá-los a caminhar em direção a um sistema acusatório mais eficiente", escreveu.

Fonte Estado de São Paulo

O CONGRESSO NÃO VALE NADA, O POVO ESTÁ NAS RUAS

CUMPRE A CADA UM ROMPER O CERCO DA EMPULHAÇÃO
E DA MÁQUINA OFICIAL DE PROPAGANDA





Os sem-partido, sem-bando e sem-bandeira vermelha, mas com vergonha cara, protestam em Brasília, em foto de Eraldo Peres, da AP

No dia em que milhares de brasileiros saíram às ruas para protestar contra a corrupção, a UNE não saiu, não!

É que a UNE estava contando dinheiro.


O governo petista já repassou aos pelegos mais de R$ 10 milhões e vai dar outros R$ 40 milhões para eles construírem uma sede de 13 andares, que serão ocupados pelo seu vazio de idéias, pelo seu vazio moral, pelo seu vazio ético.

No dia em que milhares de brasileiros saíram às ruas para protestar contra a corrupção, a CUT não saiu, não!

É que a CUT estava contando dinheiro.
O governo petista decidiu repassar para as centrais sindicais uma parte do indecoroso imposto cobrado mesmo de trabalhadores não-sindicalizados. Além disso, boa parte dos quadros das centrais exerce cargos de confiança na máquina federal.

No dia em que milhares de brasileiros saíram às ruas para protestar contra a corrupção, o MST não saiu, não!

É que a MST estava contando dinheiro.

O movimento só existe porque o governo o mantém com recursos públicos. Preferiu fazer protestos contra a modernização da agricultura.

No dia em que milhares de brasileiros saíram às ruas para protestar contra a corrupção, os ditos movimentos sociais não saíram, não!

É que os ditos movimentos sociais estavam contando dinheiro.

Preferiram insistir no seu estranho protesto a favor, chamado “Grito dos Excluídos”. Na verdade, são os “incluídos” da ordem petista.

Os milhares que saíram às ruas, com raras exceções, não têm partido, não pertencem a grupos, não reconhecem um líder, não seguem a manada, não se comportam como bando, não brandem bandeiras vermelhas, não cultuam cadáveres de falsos mártires nem se encantam com profetas pés-de-chinelo.

Os milhares que saíram às ruas estudam, trabalham, pagam impostos, têm sonhos, querem um país melhor, estão enfarados da roubalheira, repudiam a ignorância, a pilantragem, lutam por uma vida melhor e sabem que a verdadeira conquista é a que se dá pelo esforço.

Os milhares que saíram às ruas não agüentam mais o conchavo, têm asco dos vigaristas que tomaram de assalto o país, não acreditam mais na propaganda oficial, repudiam a política como exercício da mentira, chamam de farsantes os que, em nome do combate à pobreza, pilham o país, dedicam-se a negociatas, metem-se em maquinações políticas que passam longe do interesse público.

O MSP - O Movimento dos Sem-Político

Vocês viram que os milhares que saíram às ruas estavam acompanhados apenas de seus pares, que, como eles, também saíram às ruas. Era o verdadeiro Movimento dos Sem-Político. Não que eles não pudessem aparecer por ali. O PSOL até tentou “embandeirar” os protestos, mas os presentes não aceitaram. Aquele era um movimento das ruas, não dos utopista do século retrasado, que ainda vêm nos falar, santo Deus!, de “socialismo com liberdade”.

Se políticos aparecessem para também protestar — não para guiar o povo —, teriam sido bem-recebidos, mas eles não apareceram porque nem se deram conta ainda de que alguma coisa está em gestação, de que um movimento está em curso, de que algo se move no ventre da sociedade brasileira.

Na semana em que milhares de brasileiros evidenciavam nas redes sociais e nos blogs e sites jornalísticos que estão enfarados de lambança, governistas e oposicionistas estavam mantendo conversinhas ao pé do ouvido para tentar preencher a próxima vaga do Tribunal de Contas da União. A escolha do nome virou parte das articulações para a disputa pela Presidência da República em 2014… Governistas e oposicionistas que se metem nesse tipo de articulação, da forma como se dá, não estão percebendo que começa a nascer um movimento, que já reúne milhares de pessoas, que não mais aceita esse minueto de governistas arrogantes e oposicionistas espertalhões. Essa gente, de um lado e de outro, ficou irremediavelmente velha de espírito.

Os caras-pintadas, desta feita, não puderam contar com a máquina dos governos de oposição, como aconteceu com o Movimento das Diretas-Já e do impeachment de Collor. Ontem, e assim será por um bom tempo, eram as pessoas por elas mesmas. Sim, algo se move na sociedade. E é inútil se apresentar para “dirigir” o movimento. Marina Silva até percebeu a onda, mas errou ao apostar que os outros não perceberam a sua onda. Esse movimento, dona Marina, não nasce com assessoria de imprensa, assessoria de imagem, assessoria política e forte suporte financeiro. O seu apartidarismo, candidata, é transitório; o dos brasileiros que foram às ruas é uma condição da liberdade.

O maior em nove anos

Os milhares que saíram às ruas ontem, tratados com desdém nos telejornais, fizeram a maior manifestação de protesto contra o “regime petista” em seus nove anos de duração. E algo me diz que vai continuar e tende a crescer. Pagamos um dos maiores impostos do mundo para ter um dos piores serviços públicos do mundo. Sustentamos os políticos que estão entre os mais caros do mundo para ter uma das piores classes políticas do mundo. Temos, acreditem, uma das educações mais caras do mundo para ter uma das piores escolas do mundo. Temos um dos estados mais fortes do mundo para ter uma das maiores cleptocracias do mundo.

O Movimento dos Sem-Partido não rejeita a democracia dos partidos — até porque, sem eles, só existe a ditadura do Partido Único —, mas quer saber se alguém se dispõe efetivamente a romper esse ciclo de conveniências e conivências. Os milhares que foram às ruas desafiaram o risco de ser demonizados pelos esbirros do oficialismo. Perderam o medo.

Sim, em passado nem tão recente, em 2007, um grupo tentou organizar uma reação à corrupção, que se generalizava. Não chegou a crescer como este de agora, mas se fez notar. Tinha uma espécie de palavra-chave para identificar os indignados: “Cansei!” O movimento foi impiedosamente ridicularizado. Escrevi a respeito à época. Foi tratado como coisa de dondocas, de deslumbrados insatisfeitos com o que se dizia ser a “democratização” do Brasil. Houve estúpidos que afirmaram que eram ricos que não suportavam ver pobres nos aviões — como se o caos aéreo punisse apenas os endinheirados.

A menor tentativa de esboçar uma reação aos desmandos dos ditos “progressistas” era tratada a pauladas. Na Folha, Laura Capriglione chegou a ridicularizar uma passeata de estudantes da USP, feita no campus da universidade, que protestavam contra as greves. Os que queriam estudar foram tratados como um bando de reacionários. Os indignados com a corrupção e com a mistificação perderam o medo.

Enfrentar a desqualificação


A tentativa de desqualificação virá — na verdade, já veio. Veículos a soldo, dedicados ao subjornalismo oficialista, alimentado com dinheiro público, já fazem pouco caso das manifestações. As TVs ontem deram menos visibilidade aos protestos do que dariam a uma manifestação de descontentamento no, deixe-me ver, Bahrein! Parece que há gente que acha que democracia é uma coisa importante no Egito, na Líbia e na Síria, mas não no Brasil.

É inútil! Os milhares que foram às ruas ontem não precisam da oposição, não precisam do subjornalismo, não precisam do jornalismo simpático às manifestações de protesto do Iêmen… A dinâmica hoje em dia é outra.

Que os sem-partido, sem-grupos, sem-líder, sem-bando, sem-bandeiras vermelhas, sem-mártires e sem-profetas insistam.

A oposição, se quiser, que se junte. Quem sabe até ela aprenda a ser livre e também diga com clareza: “Não, vocês não podem!”

Ato contra corrupção da mídia vai concentrar multidão no Centro da capital paulista

Compareça ao vão livre do Museu de Arte Moderna de São Paulo (Masp) às 14 horas de 17 de setembro próximo e venha dizer tudo o que está entalado em sua garganta porque a mídia golpista censura enquanto alardeia sua “indignação” igualzinho como fazia há 47 anos.

Fonte: http://correiodobrasil.com.br/ato-contra-corrupcao-da-midia/294076/

Basta de Silêncio - Afinal, indignados contra corrupção

O similar brasileiro da "marcha dos indignados" que tomou conta da Espanha pode ter acontecido, pela primeira vez no País, neste Sete de Setembro, em Brasília. Os insurgentes formaram uma passeata de 25 mil pessoas, em protesto realizado na Esplanada dos Ministérios, contra a corrupção que ganha força em forma de descalabro em absoluta descaração aberta, como aconteceu recentemente com a absolvição pela Câmara dos Deputados da corrupta filha geneticamente comprovada de Joaquim Roriz, a deputada Jaqueline Roriz.
Os brasileiros provavelmente deram, justo em Brasília, como poderia ter sido aqui na Bahia, no Rio ou em São Paulo, ou qualquer outra capital, o primeiro grito de protesto contra a infestação de corruptos na política e no serviço público. Foi assim mesmo que começou o protesto dos caras-pintadas que acabaram por derrubar Fernando Collor do seu trono brasiliense. A multidão foi se formando na passeata do Sete de Setembro, aos poucos e, de repente, estavam lá 30 mil pessoas em protesto.
Enquanto isso, a presidente Dilma Rousseff desfilava do outro lado e se deixava fotografar brincando com o neto. Não dá para aceitar mais a corrupção aberta no País. Não se observa punição, mas sim uma justiça muda diante de um sistema povoado pela gatunagem abençoada pelos poderes, diria, os três. Cada um de uma forma, e todos juntos intérpretes do mesmo mal. Lá fora, a imagem do Brasil é a de que se, de um lado, há um processo de melhoria econômica, de outro permanece um País injusto pela desigualdade e marcado pela corrupção. Envergonha. O movimento de Brasília foi o primeiro. Esperam-se outros. Inclusive aqui, em Salvador. A indignação tem que ser geral, pacífica, mas desmoralizante para as instituições corruptas acobertadas pelos podres poderes.
Já passou da hora de dar o troco. Ainda é tempo de gritar. Não esperem nada da CUT, ou da UNE, ambas controladas por verbas oficiais concedidas pelo poder petista a estudantes chapas-branca, caso da UNE, hoje manietada e em desconforme com a sua história. Elas nada farão. Mas outras entidades, como a OAB e ABI, dentre outras, sim. Basta de silêncio! O momento é do revide em forma pacifica, mas aglutinante dos que querem mudar, dos que ainda conseguem dizer não.

Fonte: http://www.tosabendo.com/conteudo/noticia-ver.asp?id=136646

Marcha contra a corrupção em Uberlândia

Cerca de 500 manifestantes, em sua maioria estudantes, caminharam da praça Tubal Vilela no centro da cidade até a Prefeitura em protesto contra a corrupção.

O movimento organizado a nível nacional tem como objetivo eliminar a corrupção e a impunidade dos corruptos.

Chamar a atenção para os escândalos envolvendo desvios de dinheiro público e ampliar investimentos em saúde, educação e geração de emprego e renda esteve na voz corrente dos participantes da marcha na cidade.

Ao som dos apitos e dos tambores a regra de ouro foi obedecida à risca: "A manifestação é obrigatoriamente pacífica", segundo todos os comunicados que circularam pelo Twitter e Facebook.

Os organizadores preveniram os participantes para não aceitar nenhum tipo de provocação e mesmo interditando totalmente as vias por onde passaram, não se viu reclamação de motoristas que tiveram que esperar pela passagem da marcha, o que talvez signifique concordância com os objetivos do movimento.

Antonio Nogueira, que levava a família para um passeio, afirmou que o fim da corrupção é um anseio de toda a nação. "Os escândalos que lotam os noticiários deixam a gente muito indignado e se de repente um congestionamento desse servir para dar um basta em tudo isso, já valeu".

Um dos motoristas de ônibus que ficou preso no congestionamento da João Naves disse que se o povo for mesmo para a rua e fizer muito barulho, a situação do país muda.

Camila, uma das organizadoras, acredita que em Uberlândia, o objetivo foi cumprido e já avisou que em 15 de outubro tem mais. Vamos nos reunir em solidariedade aos espanhois que já marcaram a ocupação das praças

Lembrou ainda que "a corrupção paralisa o país, prejudica o atendimento aos doentes, reduz a qualidade do ensino e deixa o estudante sem esperança sobre o que fazer e como viver num país onde há tanto dinheiro e onde tanta coisa falta ou é mal feita".

Uberlândia fez Parte do Manifesto Nacional
Com uma divulgação que se deu, principalmente, na internet, além de panfletagens em locais, a exemplo do Terminal Central, e outras formas de comunicação, o ato, que ocorreu no dia da Independência do Brasil, tinha como principal objetivo mobilizar e chamar atenção da população para a questão da corrupção no Brasil nos diversos níveis da sociedade.

Essa questão vem estagnando o desenvolvimento do país em aspectos sociais, culturais e econômicos. A corrupção é parte inseparável do atual modelo econômico e político e no dia 7 de setembro, a população foi à rua exigir que haja retorno para os cidadãos de todo o dinheiro que por eles é pago, aumentando assim o investimento nas áreas sociais (educação, saúde, moradia, emprego etc.), como exemplo tivemos a reivindicação que surgiu no ato acerca da má distribuição do PIB (Produto Interno Bruto) o qual tem mais de 40% de sua renda total destinado ao pagamento de juros da dívida e menos de 5% para a educação.


Fonte: http://www.farolcomunitario.com.br/uberlandia_100_1150-marcha-contra-a-corrupcao-em-uberlandia.php

Marcha Contra a Corrupção movimenta ruas de Bauru - SP

Munidos de garrafinhas de água mineral, para aguentar o calor de 29° que fazia em Bauru, cartazes, máscaras, buzinas e tambores, cerca de 100 pessoas movimentaram as ruas de Bauru em um protesto contra a corrupção. O movimento foi organizado via redes sociais e se espelhou em uma série de manifestações que acontecem por todo o Brasil nesta quarta-feira.

No Planalto Central, por exemplo, a "Marcha Contra a Corrupção" espera mobilizar cerca de 30 mil pessoas. Em Bauru, apesar de estarem em um número menor, os manifestantes não pouparam voz e animação.

"O povo unido jamais será vencido" e "Vem, vamos embora que esperar não é sofrer" foram alguns dos refrões utilizados para chamar a atenção da população curiosa que, do Vitória Régia - local onde o grupo partiu - até a quadra 10 da avenida Getúlio Vargas - onde terminaram a marcha - saia nas calçadas, estacionava os carros e olhava com traços de indgnação: "O que traz esse povo pra rua em pleno feriado?", indagou uma dona de casa janela de seu apartamento.

Para os manifestantes, a resposta está na ponta da língua. "Nós precisamos ter voz social para debater os problemas do noso país. Nosso objetivo é formar um grupo organizado para debater assuntos de interesse público. Precisamos nos organizar em um grupo forte", explica a estudante Letícia de Souza Ribeiro, 19. Com máscara no rosto e placa nas mãos, ela garantiu que nem o calor e nem o feriado diminuiram a animação do grupo. "Nós precisamos exercer nosso dever sempre que é preciso".

Engajamento que vem na mesma medida para João Guedes Mendonça. Aos 73 anos, ele teve disposição de pintar o rosto e sair às ruas embaixo de sol. A causa, garante ele, é nobre. "É obrigatório nos manifestarmos diante das circunstâncias em que o Brasil está". Há 40 anos trabalhando com teatro, ele sempre fez questão de tratar de assuntos do interesse público. "Muitas das minhas peças falam de temas sociais. Precisamos despertar".

A movimentação começou às 13h30 e seguiu até às 14h40. A polícia militar acompanhou o grupo e tudo transcorreu sem problema algum.

Fonte: http://www.redebomdia.com.br/noticias/interior/66636/marcha+contra+a+corrupcao+movimenta+ruas+de+bauru

Suas excelências, os condenados

Em tese, a condenação pelo STF, como a que ocorreu na quinta-feira (8) com Asdrubal Bentes, deveria implicar a perda do mandato de deputado federal. Na prática, porém, isso não é nada automático. Que o diga Natan Donadon, condenado há quase um ano.

Cega e lenta: até que tenha seus efeitos práticos, condenações de deputados como Asdrúbal Bentes levam vários meses, até anos – Gervásio Baptista/STF

A condenação pelo Supremo Tribunal Federal (STF) a três anos, um mês e dez dias de prisão do deputado licenciado Asdrubal Bentes (PMDB-PA) deve demorar para ter um impacto na Câmara. O regimento interno da Casa prevê a perda de mandato do parlamentar que for condenado criminalmente em sentença transitada em julgada. Ou seja, que seja julgada até a última instância (que, no caso, é o Supremo). Como, porém, há mecanismos que ainda permitem recursos protelatórios da decisão, o peemebista não corre o risco de ficar sem seu cargo no curto prazo.

Asdrubal Bentes foi reeleito para mais um mandato de deputado em outubro com 87.681 votos. Mal tomou posse em fevereiro, já se licenciou para assumir a Secretaria de Pesca do Pará. Por 8 votos a 1, Asdrúbal Bentes foi condenado por uma acusação das mais graves: ele teria esterilizado mulheres em troca de votos. Isso mesmo: em retribuição ao apoio eleitoral, encaminhou mulheres para cirurgias de laqueadura de trompas. Agora, porém, Asdrubal Bentes passará a integrar uma bancada sui-generis da Câmara, ao lado de seu colega de partido Natan Donadon (PMDB-RO): a bancada dos condenados. Em outubro, fará um ano que Natan Donadon foi condenado pelo STF a 13 anos, quatro meses e dez dias de prisão em regime inicialmente fechado. Natan permanece solto, e deputado.

O caso de Donadon é um exemplo de como é lento o caminho da decisão judicial à sua aplicação prática. O acórdão da decisão tomada pelo STF contra ele só foi publicado em abril deste ano, seis meses depois da sessão que decidiu pela condenação do peemedebista. O primeiro passo de Donadon depois disso foi entrar com um embargo de declaração questionando a decisão do Supremo. Ao fazer isso, ele ganhou mais tempo de mandato. Seu recurso teve que ser aberto para vista da Procuradoria Geral da República. Em junho, voltou para as mãos da ministra Cármen Lúcia, relatora do caso. E é com ela que o processo ainda se encontra. Enquanto aguarda a decisão de Cármen Lúcia, a Câmara mantém Donadon deputado federal.

STF: seis meses para publicar condenação de deputado

Depois que Cármen Lúcia se posicionar, o recurso de Donadon seguirá para análise dos demais colegas. O embargo não questiona diretamente o mérito da decisão. Ou seja, a essa altura Donadon já não questiona mais se deveria ou não ser condenado. Ele pede a eliminação da existência de uma possível obscuridade, omissão ou contradição e, em alguns casos, dúvida, presente no acórdão. Após a manifestação de Cármen Lúcia e da corte, ainda é possível entrar com um agravo regimental.

Asdrubal vai pelo mesmo caminho

O mesmo caminho deve seguir Asdrubal Bentes. O motivo é simples. Enquanto ainda existirem recursos para o Supremo analisar, o caso não transita em julgado. Antes de se esgotar a possibilidade de contestação, a Câmara não tem como ser notificada. Para efeitos políticos, é como se a condenação à prisão de ambos ainda não tivesse acontecido. Na sessão de ontem, o relator da ação penal contra o peemedebista, José Dias Toffoli, defendeu que o peemedebista tivesse os direitos políticos suspensos pelo tempo da condenação.

No entanto, sua sugestão foi derrotada pela maioria. A corrente majoritária no Supremo entendeu que, ao não obedecer a Lei 9.263/96, que trata do planejamento familiar, ele não poderia ter suspensos seus direitos políticos. Na norma, são estabelecidas as formas de como devem acontecer as laqueaduras, que, de acordo com a denúncia do Ministério Público Federal (MPF), foram usadas como moeda para compra de votos na eleição para prefeitura de Marabá em 2004.

Durante o julgamento, ministros se posicionaram por uma decisão clara da corte sobre o tema. Para eles, era necessário que o Supremo estabelecesse as implicações da pena de prisão estabelecida contra o peemedebista. Ficou decidido que, assim que a decisão transitar em julgado, ela será enviada para a Mesa Diretora da Câmara. O órgão, que reúne o presidente, os vices e os secretários da Casa, será responsável pelo destino político de Asdrubal.

Votação secreta

Ocorre, no entanto, que mesmo o término do processo, culminando com a condenação, não leva à perda automática do mandato. O regimento interno da Câmara, no artigo 240 (leia a íntegra), prevê que o deputado que sofrer condenação criminal em sentença transitada em julgado terá seu futuro decidido pelos colegas em votação secreta e com a necessidade de maioria absoluta de votos (257, independente do quorum). “O que deve ser feito é a Mesa da Câmara ser avisada para tomar as providências que achar mais cabível. Se quiser abrir processo, se quiser arquivar, é o direito do Legislativo”, disse o presidente do STF, Cezar Peluso, durante a sessão de ontem.

O parágrafo primeiro do mesmo artigo diz que a ampla defesa será assegurada ao deputado que sofrer condenação criminal sem possibilidade de novos recursos. A expectativa na Casa, porém, é que ocorra o mesmo rito da confusão adotado após uma decisão do STF com relação aos suplentes.

Assim que a Mesa for notificada, a decisão é enviada ao corregedor da Câmara, deputado Eduardo da Fonte (PP-PE). Ele vai abrir tempo de defesa para o parlamentar. No caso de Asdrubal, que está licenciado, o prazo só passaria a contar quando ele reassumisse o mandato. Após ter todos os elementos, o corregedor faria um relatório pedindo ou não a cassação do colega. Caso entenda que o peemedebista deve perder o mandato, seu parecer iria a voto dos colegas. “A Constituição prevê que somente o Legislativo pode cassar o mandato em casos de condenação criminal”, disse o ministro Carlos Ayres Britto.

Fonte: Congresso em Foco

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