segunda-feira, 31 de maio de 2010

Evo Morales surpreso com o narcotráfico e pasmem acusa os Estados Unidos


A Bolivia produz, o Brasil financia através do BNDES e nossos meninos, Estados Unidos e Europa consomem.

Lula é parceiro do governo de traficantes instalado na Bolivia.

E Dilma diz que vai lutar contra o CRACK no Brasil?

Leia a notícia da Reuters:

Morales se diz surpreso com volume do narcotráfico na Bolívia

O presidente da Bolívia, Evo Morales, se disse surpreso nesta segunda-feira com o volume do narcotráfico em seu país, e acusou os Estados Unidos de suposto favorecimento aos responsáveis.
A declaração foi feita na véspera da primeira visita oficial a La Paz do secretário adjunto de Estado dos Estados Unidos para o Hemisfério Ocidental, Arturo Valenzuela, num momento de reaproximação entre os norte-americanos e o governo de Morales.
"Não achava que era tão grande o narcotráfico, não achava que o narcotráfico tinha tal poder econômico (...), sinto que se infiltra nos poderes, nas estruturas dos Estados, não só na Bolívia, mas em todo o mundo", disse Morales em discurso num ato militar.
"Vejo que há muita cumplicidade de algumas instituições, de membros da Justiça boliviana, mas também de alguns membros da polícia. Por que essa forma de comprar nossos membros do Estado? Cheguei à conclusão de que é muita 'plata' (dinheiro), o narcotráfico manipula muita 'plata'."
Morales e alguns de seus principais colaboradores costumavam elogiar reiteradamente as políticas de controle antidrogas do país, e asseguravam que a Bolívia --terceiro maior produtor mundial de cocaína, atrás de Colômbia e Peru-- não tinha grandes máfias de narcotraficantes.
O presidente citou o vaivém de prisões e libertações do traficante William Rosales, que está desaparecido.
"Quem o libera, um juiz e promotores que recebem apoio econômico ou salários dos Estados Unidos", afirmou Morales, que no fim de 2008 expulsou da Bolívia os agentes do DEA (departamentos antidrogas dos EUA) sob a acusação de ingerência política.
Também em 2008, ele expulsou o embaixador dos EUA, o que iniciou um ciclo de distanciamento diplomático entre EUA e Bolívia, o que a visita de Valenzuela tenta reverter.
No seu discurso, Morales pediu envolvimento dos militares para "nacionalizar" a luta contra o narcotráfico, mas disse que EUA e Europa também têm muito o que fazer por serem o maior destino da droga.
Há na Bolívia cerca de 30 mil hectares de cultivos de coca, sendo metade destinada ao mercado legal. Segundo relatórios recentes, a Bolívia seria cada vez mais uma rota para a cocaína fabricada no Peru e consumida no Brasil e na Europa.
Na semana passada, o pré-candidato do PSDB à Presidência da República, José Serra, afirmou que a Bolívia é cúmplice na entrada de cocaína no Brasil. Segundo o ex-governador de São Paulo, de 80 a 90 por cento da cocaína consumida internamente tem como origem o país vizinho.
"Você acha que poderia entrar toda esta cocaína no Brasil sem que o governo boliviano fizesse pelo menos corpo mole? Acho que não", disse Serra a jornalistas no Rio de Janeiro.
(Reportagem de Carlos A. Quiroga L.)

"Virou política de governo mandar cocaína para acabar com juventude", diz Serra


O pré-candidato à Presidência José Serra (PSDB) voltou a atacar o governo boliviano em encontro hoje do partido em Cuiabá (MT). "Parece que virou política de governo mandar cocaína para acabar com nossa juventude", disse o tucano.


Folha.Com

O ex-governador afirmou também que as relações entre dois países no caso, Brasil e Bolívia não podem ser tratadas como se fossem entre dois partidos. "O interesse nacional tem que ficar acima dessas questões partidárias."

Na quarta-feira, Serra havia dito que o governo do presidente Evo Morales é "cúmplice" do narcotráfico. No dia seguinte, a pré-candidata do PT a presidente, Dilma Rousseff, criticou Serra pelas declarações e disse que a fala dele "demoniza" a Bolívia.
Os ataques de hoje ocorreram durante encontro do PSDB na capital de Mato Grosso que lançou o nome do ex-prefeito da cidade Wilson Santos para a disputa do governo no Estado. No evento, diversas faixas foram espalhadas com os dizeres "Serra presidente" e "Wilson Santos governador".

Dep. Sérgio Moraes: “Estou me lixando para a opinião pública” - Lembra disso?

7 DE MAIO DE 2009 (http://memoriasfracas.com/2009/05/07/sergio-moraes-estou-me-lixando-para-a-opiniao-publica/)

“Estou me lixando para a opinião pública. Até porque parte da opinião pública não acredita no que vocês escrevem. Vocês batem, mas a gente se reelege“, disse Moraes a repórteres.

Parece mentira, mas essa frase é legítima. Foi dita pelo deputado Sérgio Moraes (PTB/RS) ontem, enquanto defendia um de seus pares, o deputador Edmar Moreira (Não tem partido/MG). Talvez você não se lembre, mas o “nobre” deputado Moreira é o dono daquele castelo de 25 milhões de reais, registrado em nome dos filhos.

Conselho arquiva processo contra deputado dono de castelo - Lembra disso?


quarta-feira, 15 de julho de 2009, 13:31 | Agência Estado

Com isso, Edmar Moreira fica livre de qualquer punição por suposto uso indevido da verba indenizatória

Edmar Moreira, o dono do castelo BRASÍLIA - O Conselho de Ética da Câmara arquivou nesta quarta-feira, 15, por 9 votos a 3, o processo contra o deputado Edmar Moreira (Sem partido-MG), que ficou conhecido por ser dono de um castelo. O arquivamento foi proposto pelo terceiro relator do caso, deputado Sérgio Brito (PDT-BA). As informações são da Agência Câmara. O arquivamento foi votado após duas tentativas infrutíferas de punição ao deputado do castelo.

Revista britânica chama Senado de 'casa de horrores' - Lembra disso?


A longa lista de escândalos do Senado brasileiro chegou às páginas da revista britânica "The Economist", uma das mais

conceituadas do mundo. Com o sugestivo título de "Casa de Horrores", a publicação relembra o escândalo dos atos secretos, a residência de R$ 4 milhões omitida pelo presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), da Justiça Eleitoral, os negócios de crédito consignado de seu neto José Adriano Sarney, dentro do Senado, - todos revelados pelo jornal O Estado de S. Paulo -, além da farra das passagens aéreas e o castelo de R$ 5 milhões não declarado à Receita Federal pelo ex-diretor Agaciel Maia.

Com o irônico subtítulo "O que os parlamentares britânicos podem aprender com os senadores brasileiros" - por conta de recentes escândalos na Inglaterra em que deputados foram pegos usando dinheiro público para pagar contas particulares - a reportagem começa lembrando outros detalhes da vida no Senado com que os brasileiros já estão acostumados: 10 mil servidores para tomar conta de apenas 81 senadores, plano de saúde gratuito e vitalício para os parlamentares, auxílios-moradia generosos. "Um ex-servidor conta que seus colegas costumam dizer que o Senado era como uma mãe para eles. Outros o comparam a um clube", diz a revista.

A "The Economist" conta, ainda, que senadores de todos os espectros políticos estão envolvidos, citando o caso de Arthur Virgílio (PSDB-AM), que teve uma conta de seu hotel em Paris paga por Agaciel Maia. Sarney, na reportagem, é apontado como um "sobrevivente" e o prognóstico da revista é de que ele deverá manter a cadeira de presidente do Senado, lembrando a defesa do senador feita pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva e seu interesse em manter o PMDB como aliado.

"Em um período em que a economia apenas começa a ressurgir de uma recessão, a saga dos atos secretos lembra aos brasileiros que seus políticos nunca impõem austeridade a eles mesmos. Também por relembrar os defeitos de alguns aliados de Lula e sua disposição para fechar os olhos a escândalos quando isso lhe serve", finaliza a "The Economist"

www.yahoo.com.br

BRASIL, O PAÍS QUE NÃO SABE VOTAR

Pela LEI, o brasileiro(a) tinha que se tornar eleitor, após os 18 anos. Aliás, essa era a LEI vigente, antes dos políticos descobrirem o “filão de ouro” dos votos dos adolescentes com 16 anos. Para que fosse um exercício de CIDADANIA RESPONSÁVEL, não deveria ser obrigatório nem na maioridade. Na realidade, O VOTO deveria ser uma escolha livre, espontânea e, principalmente CONSCIENTE. Não um DEVER IMPOSTO.

Por que – o aparentemente – ATO MÁXIMO de CIDADANIA é tão corrupto e irresponsável? A classe política NUNCA se preocupou em esclarecer ao eleitor, que seu VOTO é fundamental tanto na escolha para deputado estadual, federal, senador, como também para presidente, governador e prefeito.. Hoje se pode dizer, sem medo de pré julgar, que a maioria dos deputados – estaduais ou federais – não estão interessados em representar os REAIS INTERESSES do povo. Para ser indulgente, digo que PARTE deles, negociam seu passe de acordo com a necessidade mais premente das comunidades das periferias, ou a ambição das classes mais favorecidas. O povão, troca seu voto por promessas ou favores imediatos. A outra parte, por “tamboretes” em gabinetes de políticos para satisfazerem seus egos.Principalmente desde a abertura da Caixa de Pandora, nas duas Casas do Legislativo, é difícil garantir a idoneidade moral de QUALQUER candidato, seja qual for seu partido. Com a INDECENTE impunidade dos implicados, a moralidade da maioria dos políticos, se já era passível de críticas, hoje vota-se para não ser punido. Para moralizar um pouco a SAÚDE DA POLÍTICA NACIONAL, seria necessário fortalecer os partidos de maior representatividade e, extinguir os que pretendem ser apenas uma SIGLA. Se a classe política fosse SÉRIA, seria um benefício para o país e, a própria classe.Aliás, verdade seja dita, não se pode julgar SÓ o ELEITO. O ELEITOR, foi ensinado a não vender barato seu voto. Há muito tempo está acostumado antecipar o voto, depois de muitos favores, aspirações ou necessidades já atendidas ou garantidas.Mas, continua sendo do maior interesse de TODA a classe política – em qualquer hipótese levantada – que o POVO continue IGNORANTE e dependente do MAU COSTUME de garantir a ESMOLA no momento do SEU interesse. Do contrário, os políticos correriam O RISCO de O POVO descobrir o REAL VALOR DO VOTO, o VERDADEIRO CAMINHO PARA A DEMOCRACIA SEM ADJETIVOS, e poderiam correr o risco de perder a rendosa porfia.
Tivéssemos uma classe eleitoral HONESTA, talvez pudéssemos até pensar, ser mais difícil, termos uma classe de Excelências que mais mereceriam uma cela, a um gabinete com tamboretes mil, para serem distribuídos conforme o interesse do momento.


Glacy Cassou Domingues – Grupo Guararapes.
Fonte: http://www.fortalweb.com.br/grupoguararapes/msg.asp?msg=917

domingo, 30 de maio de 2010

Serra pede pressão para barrar drogas da Bolívia


A redução das drogas em centros urbanos como Rio de Janeiro e São Paulo tem solução se o governo brasileiro "ocupar a
fronteira" com a Bolívia e se a gestão Lula fizer "pressão ao governo boliviano", afirmou o pré-candidato à Presidência pelo PSDB, José Serra.


Ele participou no sábado do lançamento da candidatura do ex-prefeito de Cuiabá, Wilson Santos, ao governo de Mato Grosso.
"O governo boliviano é cúmplice da exportação de droga para o Brasil. O Brasil tem que fiscalizar sua fronteira, usar o Sivam. Tem que pressionar o outro governo para parar a cocaína dentro do seu território", criticou. Ele também disse que a Força Nacional de Segurança precisa "existir".
"Acho impossível o governo boliviano não saber disso e não ser conivente", acrescentou, sobre 90 por cento da cocaína consumida no Brasil virem da Bolívia.

Jonas da Silva - REUTERS


A crítica de Serra foi feita a 315 quilômetros do país, com o qual Mato Grosso faz divisa.
Na semana passada, Serra já havia afirmado que o governo boliviano fazia "corpo mole" sobre a cocaína que chega ao Brasil.
Antes da fala de Serra no encontro, o pré-candidato ao governo Wilson Santos relatou ter visitado recentemente a capital econômica da Bolívia, Santa Cruz de la Sierra, e ter ficado "estarrecido", pois há no país "uma associação de carros roubados do Brasil e da Argentina".
"O Congresso nacionaliza e regulariza o automóvel em território boliviano. Eles roubam e legalizam carro com apoio do governo da Bolívia e o Congresso".


O ex-governador de São Paulo acrescentou ser legítima a ação brasileira, "sem interferência nos negócios internos da Bolívia", pois o governo do presidente Evo Morales é considerado amigo do governo Lula.
Ele criticou a falta de ação do governo brasileiro no combate ao tráfico de armas, pois "do Paraguai, entram no Brasil 12 bilhões de reais" por ano.


O tucano citou como exemplo um caso em que o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) financia a construção de estrada dentro da Bolívia e que facilita o deslocamento da cocaína. Ele sugeriu que houvesse uma cláusula no financiamento para que o governo boliviano fizesse "internamente combate à produção e tráfico de coca".

Senadores aumentam contratações nas bases


Em tempo de eleição, senadores como Sérgio Guerra aumentam contratações para seus gabinetes estaduais



O quadro de servidores dos senadores em seus respectivos estados tem aumentado à medida que se aproxima o momento de o eleitor brasileiro ir às urnas. É o que mostram dados da própria página eletrônica do Senado – o Portal da Transparência: em janeiro, eram 729 os funcionários comissionados (sem concurso público, de livre escolha do parlamentar) a serviço dos escritórios regionais; atualmente, são 1063 (aumento de 46%) os contratados nessa situação.


Fábio Góis - Congresso em Foco

De acordo com o Portal da Transparência, o senador Sérgio Guerra (PE), presidente do PSDB, está entre os recordistas de subordinados nas bases estaduais, com 36 contratados, seguido de Demóstenes Torres (DEM-GO) e Valdir Raupp (PMDB-RO), ambos com 34 nomeados. Já nomes como Pedro Simon (PMDB-RS) e Eduardo Suplicy (PT-SP) dispõem de apenas duas e quatro pessoas, respectivamente.
Além disso, o Portal da Transparência registra 14 senadores sem servidores contratados para os escritórios regionais, mas alguns deles admitem tê-los à sua disposição nas bases. Caso do líder do PSDB, Arthur Virgílio (AM), que diz ter 24 funcionários no Amazonas. O erro sugere, no mínimo, problema de atualização na página do Senado, que também não especifica se servidores estão liberados do registro de presença – procedimento adotado para os efetivos com uma sutil marca ao lado do nome: Magno Malta (PSB-ES), por exemplo, liberou da obrigação 19 dos 20 subordinados no Espírito Santo.
Casa senador dispõe de cerca de R$ 90 mil para manter funcionários à disposição nas bases (no mínimo 12 e no máximo 79, desde que o teto de remuneração não seja ultrapassado). A estrutura pode ser providencial em ano de eleições (servidores contratados pelo Senado podem ser usados em campanha eleitoral, embora alguns senadores garantam vetar a prática por questões éticas): como mostrou o Congresso em Foco, a maioria dos senadores em fim de mandato tentará a reeleição

Aborto não, PT não - Colaborem divulgando este site e sua luta


Apresentação do site:

"Acreditei em Lula em 2002 e 2006. Somente comecei a duvidar do PTquando descobri sua defesa da legalização do aborto. Então critiquei minha visão e pude abrir meus olhos para ver uma vertiginosa lista de males do PT. Grato por estar sendo curado dessa cegueira, convido todos a divulgar que o PT luta contra asmulheres e seus filhos, querendo transformá-las em mães de bebês assassinados."

Cliquem no Link e divulguem: http://www.abortonaoptnao.com/

Serra rebate críticas da Bolívia sobre suas declarações: 'não vale nota de três reais'


Chancelaria da Bolívia viu interesse eleitoral em declaração do tucano de que o governo do país vizinho é conivente com o tráfico de drogas

"Não vale uma nota de três reais", ironizou o pré-candidato do PSDB à presidência da República, José Serra, em Olinda,(PE), na tarde desta sexta-feira, 28, em resposta às críticas do Ministério das Relações Exteriores da Bolívia a suas declarações de que o país vizinho é conivente com o tráfico de cocaína para o Brasil.

Ângela Lacerda / RECIFE - O Estado de S.Paulo

Serra participou do lançamento da pré-candidatura do senador Jarbas Vasconcelos (PMDB) ao governo do Estado de Pernambuco. A deputada estadual do DEM Miriam Lacerda foi anunciada como vice na chapa de Vasconcelos. PMDB, PSDB, PPS e PMN formam a coligação em Pernambuco que vai apoiar as candidaturas de Vasconcelos ao governo do Estado e de Serra à presidência da República.
Na quarta-feira, 26, em evento no Rio, Serra disse que é impossível que as autoridades bolivianas não saibam do envio desta quantidade da droga para o Brasil. Segundo a chancelaria em La Paz, as afirmações do ex-governador de São Paulo poderiam "ser atribuídas provavelmente a intenções político-eleitorais de absoluta incumbência de sua candidatura".
Em Olinda, Serra reiterou que não é possível que a Bolívia exporte de 70 a 80% da cocaína que entra no Brasil sem que o governo boliviano "faça corpo mole". "O governo brasileiro deve pressionar o governo boliviano não pela força mas pela moral", disse. Ele ressaltou ainda que o tráfico deve ser combatido na origem e não somente entre usuários.
Serra prometeu, caso seja eleito, que vai assumir, nos primeiros seis meses de mandato, o cargo de superintendente da Superintendências do Desenvolvimento do Nordeste(Sudene). "Demovemos de uma vez por todas colocar o Nordeste para cima".Serra disse que há necessidade de um órgão de planejamento para a região.
Sobre a escolha do seu vice, Serra afirmou que ainda tem tempo para escolher e citou o senador Marco Maciel como padrão de vice-presidente, pois é discreto e competente. Mas Serra não deu nenhuma pista sobre quem será seu parceiro de chapa nas eleições de outubro.
Serra fez questão de anunciar que criará um benefício para os jovens cujas famílias estão cadastradas no Bolsa Família cursarem o ensino médio. Estavam presente no evento o presidente nacional do PSDB, Sérgio Guerra, o presidente nacional do PPS, Roberto Freire e o senador Marco Maciel.


http://caranovanocongresso.blogs.sapo.pt/

sábado, 29 de maio de 2010

Lista dos Senadores e Deputados Fichas Suja - Divulguem



Senadores e Deputados com Ocorrências na Justiça e Tribunais de Contas

O FICHA LIMPA FRACASSOU!
VAMOS USAR O VOTO CASSANTE
ELEJA, NÃO REELEJA
Para mais detalhes consulte o site WWW.EXCELENCIAS.ORG.BR


Senadores:

Acir Gurgacz (PDT/RO)
Alfredo Nascimento (PR/AM)
Cícero Lucena (PSDB/PB)
Eduardo Azeredo (PSDB/MG)
Epitácio Cafeteira (PTB/MA)
Fátima Cleide (PT/RO)
Fernando Collor (PTB/AL)
Garibaldi Alves Filho (PMDB/RN)
Gim Argello (PTB/DF)
Inácio Arruda (PC do B/CE)
Jayme Campos (DEM/MT)
João Ribeiro (PR/TO)
João Vicente Claudino (PTB/PI)
José Agripino (DEM/RN)
Kátia Abreu (DEM/TO)
Leomar Quintanilha (PMDB/TO)
Lúcia Vânia (PSDB/GO)
Mão Santa (PSC/PI)
Marconi Perillo (PSDB/GO)
Maria do Carmo Alves (DEM/SE)
Mauro Fecury (PMDB/MA)
Mozarildo Cavalcanti (PTB/RR)
Neuto De Conto (PMDB/SC)
Raimundo Colombo (DEM/SC)
Renan Calheiros (PMDB/AL)
Renato Casagrande (PSB/ES)
Roberto Cavalcanti (PRB/PB)
Romero Jucá (PMDB/RR)
Rosalba Ciarlini (DEM/RN)
Valdir Raupp (PMDB/RO)

Deputados Federais:

Abelardo Camarinha (PSB/SP)
Abelardo Lupion (DEM/PR)
Acélio Casagrande (PMDB/SC)
Ademir Camilo (PDT/MG)
Aelton Freitas (PR/MG)
Affonso Camargo (PSDB/PR)
Albano Franco (PSDB/SE)
Alceni Guerra (DEM/PR)
Alexandre Silveira (PPS/MG)
Alfredo Kaefer (PSDB/PR)
Alice Portugal (PC do B/BA)
Aline Corrêa (PP/SP)
Andre Vargas (PT/PR)
Andre Zacharow (PMDB/PR)
Angela Amin (PP/SC)
Aníbal Gomes (PMDB/CE)
Anselmo de Jesus (PT/RO)
Antonio Carlos Mendes Thame (PSDB/SP)
Antonio Carlos Pannunzio (PSDB/SP)
Antonio Palocci (PT/SP)
Armando Abílio (PTB/PB)
Armando Monteiro (PTB/PE)
Arnaldo Vianna (PDT/RJ)
Arnon Bezerra (PTB/CE)
Asdrubal Bentes (PMDB/PA)
Augusto Carvalho (PPS/DF)
Augusto Farias (PTB/AL)
Betinho Rosado (DEM/RN)
Beto Albuquerque (PSB/RS)
Beto Mansur (PP/SP)
Bonifácio de Andrada (PSDB/MG)
Camilo Cola (PMDB/ES)
Carlos Alberto Canuto (PSC/AL)
Carlos Alberto Leréia (PSDB/GO)
Carlos Bezerra (PMDB/MT)
Carlos Brandão (PSDB/MA)
Carlos Melles (DEM/MG)
Carlos Willian (PTC/MG)
Cassio Taniguchi (DEM/PR)
Celso Maldaner (PMDB/SC)
Celso Russomanno (PP/SP)
Charles Lucena (PTB/PE)
Ciro Nogueira (PP/PI)
Cleber Verde (PRB/MA)
Clóvis Fecury (DEM/MA)
Colbert Martins (PMDB/BA)
Dagoberto (PDT/MS)
Dalva Figueiredo (PT/AP)
Darcísio Perondi (PMDB/RS)
Décio Lima (PT/SC)
Dilceu Sperafico (PP/PR)
Domingos Dutra (PT/MA)
Edinho Bez (PMDB/SC)
Edmar Moreira (PR/MG)
Edson Ezequiel (PMDB/RJ)
Eduardo Cunha (PMDB/RJ)
Eduardo Gomes (PSDB/TO)
Eduardo Sciarra (DEM/PR)
Eliene Lima (PP/MT)
Elismar Prado (PT/MG)
Emanuel Fernandes (PSDB/SP)
Ernandes Amorim (PTB/RO)
Eugênio Rabelo (PP/CE)
Eunício Oliveira (PMDB/CE)
Fábio Faria (PMN/RN)
Fernando Coruja (PPS/SC)
Fernando de Fabinho (DEM/BA)
Fernando Gonçalves (PTB/RJ)
Fernando Lopes (PMDB/RJ)
Fernando Marroni (PT/RS)
Fernando Melo (PT/AC)
Flaviano Melo (PMDB/AC)
Francisco Rodrigues (DEM/RR)
Francisco Rossi (PMDB/SP)
Francisco Tenorio (PMN/AL)
Geraldo Pudim (PR/RJ)
Geraldo Simões (PT/BA)
Gervásio Silva (PSDB/SC)
Giacobo (PR/PR)
Gladson Cameli (PP/AC)
Guilherme Campos (DEM/SP)
Henrique Eduardo Alves (PMDB/RN)
Henrique Fontana (PT/RS)
Hugo Leal (PSC/RJ)
Íris de Araújo (PMDB/GO)
Íris Simões (PTB/PR)
Jackson Barreto (PMDB/SE)
Jader Barbalho (PMDB/PA)
Jairo Ataide (DEM/MG)
Janete Capiberibe (PSB/AP)
Jefferson Campos (PSB/SP)
Jerônimo Reis (DEM/SE)
João Magalhães (PMDB/MG)
João Matos (PMDB/SC)
João Oliveira (DEM/TO)
João Paulo Cunha (PT/SP)
João Pizzolatti (PP/SC)
Joaquim Beltrão (PMDB/AL)
Jofran Frejat (PR/DF)
Jorge Boeira (PT/SC)
Jorginho Maluly (DEM/SP)
José Airton Cirilo (PT/CE)
José Carlos Vieira (PR/SC)
José Fernando Aparecido de Oliveira (PV/MG)
José Genoíno (PT/SP)
José Guimarães (PT/CE)
José Linhares (PP/CE)
José Maia Filho (DEM/PI)
José Mendonça Bezerra (DEM/PE)
José Mentor (PT/SP)
José Otávio Germano (PP/RS)
Joseph Bandeira (PT/BA)
Jovair Arantes (PTB/GO)
Julião Amin (PDT/MA)
Júlio Cesar (DEM/PI)
Julio Semeghini (PSDB/SP)
Jurandil Juarez (PMDB/AP)
Laerte Bessa (PSC/DF)
Laurez Moreira (PSB/TO)
Leandro Sampaio (PPS/RJ)
Leandro Vilela (PMDB/GO)
Leo Alcântara (PR/CE)
Lindomar Garçon (PV/RO)
Lira Maia (DEM/PA)
Luiz Bittencourt (PMDB/GO)
Luiz Paulo Vellozo Lucas (PSDB/ES)
Luiza Erundina (PSB/SP)
Lupércio Ramos (PMDB/AM)
Manoel Junior (PMDB/PB)
Manoel Salviano (PSDB/CE)
Marçal Filho (PMDB/MS)
Marcelo Melo (PMDB/GO)
Marcelo Ortiz (PV/SP)
Marcelo Teixeira (PR/CE)
Márcio França (PSB/SP)
Marcio Junqueira (DEM/RR)
Marcos Medrado (PDT/BA)
Marcos Montes (DEM/MG)
Maurício Quintella Lessa (PR/AL)
Maurício Trindade (PR/BA)
Mauro Nazif (PSB/RO)
Michel Temer (PMDB/SP)
Moises Avelino (PMDB/TO)
Natan Donadon (PMDB/RO)
Nazareno Fonteles (PT/PI)
Nelson Bornier (PMDB/RJ)
Nelson Goetten (PR/SC)
Nelson Meurer (PP/PR)
Nelson Trad (PMDB/MS)
Neudo Campos (PP/RR)
Nilmar Ruiz (PR/TO)
Odílio Balbinotti (PMDB/PR)
Olavo Calheiros (PMDB/AL)
Osvaldo Reis (PMDB/TO)
Pastor Pedro Ribeiro (PR/CE)
Paulo Magalhães (DEM/BA)
Paulo Maluf (PP/SP)
Paulo Pereira da Silva (PDT/SP)
Paulo Rattes (PMDB/RJ)
Paulo Rocha (PT/PA)
Pedro Eugênio (PT/PE)
Pedro Henry (PP/MT)
Pedro Wilson (PT/GO)
Pinto Itamaraty (PSDB/MA)
Pompeo de Mattos (PDT/RS)
Professor Ruy Pauletti (PSDB/RS)
Professora Raquel Teixeira (PSDB/GO)
Raul Jungmann (PPS/PE)
Rebecca Garcia (PP/AM)
Renato Amary (PSDB/SP)
Renato Molling (PP/RS)
Roberto Balestra (PP/GO)
Roberto Britto (PP/BA)
Roberto Rocha (PSDB/MA)
Rogerio Lisboa (DEM/RJ)
Rogério Marinho (PSDB/RN)
Rômulo Gouveia (PSDB/PB)
Sabino Castelo Branco (PTB/AM)
Sebastião Bala Rocha (PDT/AP)
Sérgio Moraes (PTB/RS)
Sergio Petecão (PMN/AC)
Silas Brasileiro (PMDB/MG)
Silas Câmara (PSC/AM)
Silvio Lopes (PSDB/RJ)
Silvio Torres (PSDB/SP)
Simão Sessim (PP/RJ)
Solange Almeida (PMDB/RJ)
Sueli Vidigal (PDT/ES)
Takayama (PSC/PR)
Tatico (PTB/GO)
Thelma de Oliveira (PSDB/MT)
Tonha Magalhães (PR/BA)
Uldurico Pinto (PHS/BA)
Urzeni Rocha (PSDB/RR)
Vadão Gomes (PP/SP)
Valdemar Costa Neto (PR/SP)
Vander Loubet (PT/MS)
Vic Pires Franco (DEM/PA)
Vicentinho Alves (PR/TO)
Vital do Rêgo Filho (PMDB/PB)
Vitor Penido (DEM/MG)
Walter Ihoshi (DEM/SP)
Wellington Roberto (PR/PB)
Wilson Picler (PDT/PR)
Wladimir Costa (PMDB/PA)
Zé Gerardo (PMDB/CE)
Zé Vieira (PR/MA)

sexta-feira, 28 de maio de 2010

SERRA está certo - PF apreende meia tonelada de cocaína vinda da Bolívia no MS


Na madrugada desta sexta-feira, 28, a Polícia Federal (PF) apreendeu no Mato Grosso do Sul (MS) dois caminhões transportando uma grande quantidade de cocaína procedente da Bolívia. Foi uma das maiores apreensões do gênero ocorrida até hoje no País.

Estadão Online

Por enquanto a PF informa apenas tratar-se de meia tonelada. A droga está sendo pesada pela PF de Três Lagoas, região leste de MS, na divisa com São Paulo.
A maior apreensão de cocaína realizada até hoje no Estado aconteceu no dia 8 deste mês, em Miranda, região do Pantanal, quando um caminhão frigorífico conduzia 725 quilos do entorpecente boliviano, entre uma carga de 16 toneladas de carne bovina.
Comento:Espero que os nossos “colunistas críticos, independentes e apartidários” não considerem que se trata de uma perseguição aos povos latino-americanos… Ou, sabe-se, lá, infiltração tucana na Polícia Federal.
Que tal ouvir o ministro boliviano Oscar Coca? Ele deve ter algo a dizer.


Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/reinaldo/

Juiz sugere ao STF ação penal contra Tuma (pai)


Ofício aponta senador como suposto responsável por crime de ocultação de cadáver de extremista morto há 38 anos pelo DOI-Codi

O juiz Ali Mazloum, titular da 7.ª Vara Criminal Federal em São Paulo, encaminhou nesta quarta-feira, 26, ao Supremo Tribunal Federal (STF) ofício de 12 páginas por meio do qual sustenta a necessidade de abertura de ação penal contra o senador Romeu Tuma (PTB-SP) por suposto crime de ocultação de cadáver do extremista Flávio Carvalho Molina.

Fausto Macedo / SÃO PAULO - O Estado de S.Paulo

Capturado e morto há 38 anos por agentes do Destacamento de Operações de Informações/Centro de Operações de Defesa Interna (DOI-Codi), o guerrilheiro teve a certidão de óbito expedida com nome falso. Para Mazloum, Tuma sabia do caso.

O juiz rejeitou manifestação do Ministério Público Federal que no dia 11 propôs arquivamento do inquérito 5988/2008, instaurado pela Polícia Federal com base em representação dos procuradores da República Eugênia Augusta Gonzaga Fávero e Marlon Alberto Weichert.

Ao pedir arquivamento, a procuradora Cristiane Bacha Ganzian Casagrande, que atua perante a 7.ª Vara Federal, destacou "a ocorrência da prescrição punitiva estatal e a ausência de elementos suficientes para fundamentar a acusação dos delitos em exame".

Mas o juiz considera que o crime de ocultação de cadáver não está ao alcance da Lei de Anistia e não prescreveu. Para ele, a Justiça tem tempo hábil para impor punição ao senador que, no auge do regime de exceção, comandava o Departamento Estadual de Ordem Política e Social (Dops).

É a primeira vez que a Justiça Federal adota essa interpretação para decidir sobre casos atribuídos à ditadura.

No expediente ao STF, o juiz anexou um ofício datado de 7 de agosto de 1978, assinado por Tuma na condição de chefe do Dops. Endereçado à 2.ª Auditoria Militar da Marinha, Tuma comunicou o juiz auditor Carlos Augusto Cardoso de Moraes Rego sobre "certidão de óbito expedida em nome de Álvaro Lopes Peralta, nome falso de Flávio Carvalho Molina, que usava ainda os codinomes Fernando, André e Armando". Para Mazloum, o ofício 245/78, subscrito por Tuma, comprova que o senador sabia que Molina, dado como desaparecido, estava morto.

Restos mortais

Integrante do Movimento de Libertação Popular (Molipo), dissidência da Ação de Libertação Nacional (ALN), Molina foi preso em novembro de 1971. Mas somente em 2005, por meio de exames periciais, o corpo foi identificado.

Após uma busca que se arrastou por décadas, a família o localizou em meio a 1.500 ossadas, depositadas em vala comum do cemitério Dom Bosco, em Perus.

Os restos mortais do guerrilheiro foram sepultados no Rio. "A consumação do crime de ocultação de cadáver cessou com a identificação da vítima e seu sepultamento em lugar definitivo, fato que seu deu em 2005", afirma.

Mazloum considera que a ocultação ficou caracterizada e que esse tipo de delito não pode ser enquadrado na Lei de Anistia. "O crime de ocultação de cadáver não sofreu interrupção", diz.

Ele ampara sua decisão em jurisprudências de tribunais superiores. "Trata-se de crime permanente que subsiste até o instante em que o corpo é descoberto, pois ocultar é esconder, sendo irrelevante o tempo em que o cadáver estava escondido."

Para o juiz, "os fatos investigados amoldam-se perfeitamente à hipótese constitucional da imprescritibilidade estabelecida pela Constituição de 1988". A prescrição, se aplicada ao caso, ocorreria apenas em 2013.

O juiz assevera que as autoridades conheciam a verdadeira identidade do morto. "Sabiam que não se tratava de Álvaro, mas sim de Flávio. Torna-se imperioso concluir que o crime de ocultação de cadáver, por sua natureza permanente, teve início em novembro de 1971. Eclodiu por motivos político-ideológicos, foi praticado por grupos armados, que agiram em afronta à ordem constitucional." No ofício, Mazloum anota que a competência para apuração dos fatos é da Justiça Federal porque o crime de ocultação de cadáver não é previsto no Código Penal Militar.

Bolívia e o tráfico de drogas - Alvaro Dias elogia declaração de Serra

[Foto: senador Álvaro Dias (PSDB-PR)]

O senador Álvaro Dias (PSDB-PR) manifestou em Plenário, nesta quinta-feira (27), seu apoio ao pré-candidato José Serra por ter acusado o governo da Bolívia de ser cúmplice com o tráfico de drogas para o Brasil. Serra fez a declaração ontem em entrevista à Rádio Globo, durante visita ao Rio de Janeiro.

Para Álvaro Dias, as críticas dirigidas a Serra em blogs foram indevidas, já que o pré-candidato tucano citou dados divulgados pelo escritório da Organização das Nações Unidas (ONU) para Drogas e Crime, segundo os quais cerca de 90% da cocaína consumida no Brasil é proveniente da Bolívia.

- Ele disse a verdade. Um fato revelado pelas Nações Unidas, num relatório do Banco Mundial. E disse que o Brasil precisa agir. Querem que o governo brasileiro fique passando a mão na cabeça de governos autoritários da América Latina, contemplando o tráfico de drogas, as violências, e organizações criminosas - afirmou.

Em aparte, Mozarildo Cavalcanti (PTB-RR) manifestou seu apoio ao pronunciamento de Álvaro Dias e considerou necessária a introdução na agenda de debate dos presidenciáveis a questão do tráfico de drogas no Brasil.

Da Redação / Agência Senado

Rouba mas faz, nunca mais!



“Esse deve ser o lema que todo brasileiro deve levar consigo na hora de digitar os números do seu candidato nas próximas eleições”

Legitimar a ilicitude na política corresponde a não receber as contrapartidas dos impostos que cada um paga. Não é absurdo afirmar que cada vez que um político, eleito pelo voto, desvia recursos públicos, uma série de benefícios que a população teria é substituída pelos benefícios particulares em prol desse pseudo homem público.


Levando-se em consideração que é impossível um político nada fazer quando exerce um cargo público, o fato de ele roubar elimina um série de possibilidades de ações que beneficiariam milhares de pessoas. A expressão “rouba, mas faz” significa o mesmo que dizer que todo político deve fazer menos do que sua obrigação incumbe. E esse fazer menos implica prejuízo ao imposto que todos são obrigados a pagar indiscriminadamente.


Dessa forma, o cidadão que elege políticos corruptos pelo voto direto com a promessa de que “pelo menos esses corruptos fazem alguma coisa” é enganar a si próprio e a toda população. Mais ainda. É legitimar uma prática condenável em qualquer lugar do mundo e que não pode ser aceita num país com democracia consolidada e que atualmente é uma voz muita mais respeitada globalmente do que há dez anos.


Acreditar no Brasil é acreditar que aqui há políticos honestos que têm cuidado com cada centavo do bem público porque sabe, na prática, que todos os recursos são fruto do suor de milhares de brasileiros. Fazer, todo político faz, mas roubar, só o faz aquele que não tem compromisso com o povo brasileiro.


Rouba mas faz, nunca mais. Esse deve ser o lema que todo brasileiro deve levar consigo na hora de digitar os números do seu candidato nas próximas eleições. Porque, para quem acredita no Brasil, qualquer roubo significa prejuízo a toda população. Porque, enquanto o povo trabalha duro, um político não pode usufruir desse esforço coletivo em causa própria. E também porque roubar é feio pra caramba, ou não é?



Fonte: Congresso em Foco

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Banda larga e manipulação



Antiguidade e inconsistência têm sido a marca da maioria dos planos e projetos do governo Lula. Por isso, não é por não fixar prazos claros para suas metas ou por carecer de instrumentos de ação que o Plano Nacional de Banda Larga (PNBL) surpreende. Também não é por pretender fortalecer uma estatal de triste memória que o plano deixa dúvidas, pois o crescimento do Estado é objetivo declarado do presidente Lula. Nem é por demonstrar a desarticulação do governo que o PNBL constitui novidade, já que a desestruturação técnica e gerencial da atual gestão é velha conhecida.

O Estado de S.Paulo

O que, de fato, intriga nesse assunto é a irresponsável manipulação, com interesses ainda não conhecidos, do futuro de uma empresa com ações negociadas em bolsa e que tem resultado em seguidas e fortíssimas altas de suas cotações. Há muitos investidores ganhando dinheiro com isso ? mas, até o momento, não foi possível vislumbrar que ganhos efetivos o País pode ter com um plano como esse.


O PNBL não tem sido mais do que um conjunto de discursos muito oportunos para o governo em ano de eleição. O governo diz, por exemplo, que a meta do programa é levar o acesso de alta velocidade à rede mundial de computadores a mais 28 milhões de domicílios dentro de quatro anos (a banda larga tem 12 milhões de usuários no País), com mais qualidade e velocidade e a preço mais acessível do que o cobrado atualmente pelas operadoras. Seria bom que isso ocorresse, pois, em outros países, a banda larga custa muito menos e é mais disseminada do que no Brasil. Não se explica, porém, como isso será feito.


Por considerar excessivo o incentivo pedido pela operadora Oi, o governo ? que direta ou indiretamente detém 49% do capital da empresa ? rejeitou sua proposta de se tornar o principal instrumento da universalização da banda larga. O governo recusou também a proposta da empresa de televisão por satélite Sky de cobrir todo o País com banda larga sem fio a um custo menor do que o previsto pela Oi.


A proposta do PNBL é fortalecer o que sobrou da Telebrás depois da privatização da telefonia, em 1998. É uma empresa que, hoje, só cuida dos passivos que herdou, não tem receita e está em fase de liquidação. Para recuperá-la, o governo precisar aplicar mais de R$ 3 bilhões ? de um total de R$ 13 bilhões anunciados para o plano ?, possivelmente com recursos do Tesouro, e arcar com prejuízos nos primeiros anos de sua operação como executor do PNBL.


A ideia desse plano vem sendo discutida pelo governo desde setembro do ano passado, mas dos debates foram alijados os dois principais organismos estatais que cuidam do assunto, a Anatel e o Ministério das Telecomunicações. Não foi por acaso que esses dois organismos não enviaram representantes para o anúncio do plano.


"É um pouco triste que um assunto tão sério seja tratado de uma forma quase leviana", criticou o professor de Economia da FGV Arthur Barrionuevo. "Não foram definidos meios objetivos e metas claras para a universalização da banda larga."


Há outros aspectos a serem criticados na forma como o governo pretende colocar em prática o PNBL ? o que só deverá ocorrer a partir da próxima gestão ?, entre eles o fato de não estimular a concorrência, o que seria a medida mais correta para forçar a melhora dos serviços e a redução de suas tarifas.


O que mais assusta, no entanto, é a ligeireza com que o governo vem tratando da recuperação da Telebrás. No dia do anúncio do PNBL, as ações ordinárias da empresa chegaram a subir mais de 30% (fecharam com alta de 22,7%). No ano, a valorização dos papéis da Telebrás supera 200%. Há algum tempo, quando questionado sobre as declarações de membros do governo, inclusive ele próprio, sobre a recuperação da Telebrás, o presidente Lula observou que, "se a Comissão de Valores Mobiliários entender que houve vazamento, aí cabe investigação". É o caso de se fazer a investigação, não por vazamento, mas por manipulação de informações.


Cuba Amargura e Dor por Peter Hof

Cuba Amargura e Dor por Peter Hof

Viagem ao crepúsculo. Cuba sem retoques
Recentemente assisti a um programa de debates sobre Cuba na TV por assinatura e um dos entrevistados era o jornalista Samarone Lima. No decorrer do programa fiquei agradavelmente surpreso com as intervenções dele. Foi quando soube que ele havia passado dois meses em Cuba tentando entender o que se passava no feudo dos irmãos Metralha Castro.
Ao contrário de Chic Buarque, Frei Betto, Fernando Morais e outras viúvas de Che Guevara, que se hospedam em hotéis de luxo a que só estrangeiros têm acesso e que nos mostram sempre uma visão cor-de-rosa, se desmanchando em loas à “realidade fantasiosa” contada nas páginas do Granma, o jornal oficial da ditadura castrista, Samarone Lima fez algo diferente: decidiu viver o dia-a-dia dos cubanos.
Para tanto, hospedou-se na casa de cubanos apresentados a ele por amigos brasileiros, viajou para o interior do país em trens e ônibus comuns, comeu em restaurantes populares (chamados de paladares), assistiu a jogos de beisebol e a peças de teatro ufanistas, acompanhou amigos nas filas de cartão de alimentos, hospedou-se em dormitórios para estudantes universitários (de onde foi expulso apesar de haver camas vagas) e, acima de tudo, documentou a via crucis dos cubanos na luta diária e sem fim para sobreviver em meio à miséria implantada pela ditadura comunista.
Toda essa rica experiência ele colocou em um livro intitulado, muito apropriadamente, “Viagem ao Crepúsculo”. Imediatamente me interessei em adquiri-lo e aí veio o primeiro obstáculo: nenhuma das grandes livrarias (Travessa, Saraiva, Submarino, Siciliano, Nobel e Leonardo da Vinci) tinha o livro, o que me levou a crer que ele certamente fora colocado no Index Librorum Prohibitorum das livrarias brasileiras. Assim, optei por adquiri-lo diretamente da editora, o que recomendo aos leitores que queiram saber a verdade, cuidadosamente escondida pelos arautos, da excelência do regime cubano. Os interessados devem escrever para a Casa das Musas ( casadasmusas@hotmail.com Este endereço de e-mail está protegido contra spambots. Você deve habilitar o JavaScript para visualizá-lo. ). O livro custa, frete incluído, R$36,00.
A obra de Samarone Lima é um retrato sem photoshop da (sobre)vida diária do cidadão cubano comum. Ao contrário do “babaovismo” desenfreado dos Freis Bettos da vida, ele não elogia nem critica o que se passa naquela ilha e limita-se a transcrever em um diário de viagem a que foram reduzidos 11,2 milhões de cubanos após cinquenta anos de uma brutal ditadura. Samarone deixa ao leitor a tarefa de concluir com base em suas agudas observações.
Os cubanos hoje “vivem de restos”, na palavra de uma das pessoas com quem o autor conviveu. Cinquenta anos de miséria e opressão transformaram-nos em um povo que, para sobreviver, precisa viver de expedientes – pequenas trapaças e roubos onde qualquer estrangeiro é uma vítima potencial, como no caso do garçom de um bar, ao perceber pelo sotaque que ele não era cubano, aumentou o preço do cafezinho de dois para três Pesos, sob o argumento que naquele dia o café estava mais forte e portanto mais caro. Ou dos motoristas de táxi que, ao perceberem um estrangeiro, aumentam o preço da corrida (desnecessário dizer que em Cuba não existem taxímetros).
LEIA MAIS: http://direitabeminformada.blogspot.com/2010/05/cuba-amargura-e-dor.html

Trechos extraídos do livro “The mafia manager”.


Aprenda a gerenciar com a máfia:
- Se não der para ganhar uma luta honesta, use golpes baixos ou mande outra pessoa lutar por você.
- Ensine a sua boca a pronunciar “não sei”.
- Se tiver que bater em alguém quando ficar zangado, cuidado para que esse alguém não seja você mesmo.
- É muito melhor que seus inimigos pensem que você é maluco do que o achem razoável e racional.
- A oportunidade faz o larápio: quem não tem a oportunidade de roubar se diz um homem honesto.
- Nada pesa menos que uma promessa.
- Se tiver de machucar alguém, faça-o tão brutalmente que não haja risco de uma vingança.
- Se permitir que seus inimigos – ou amigos – pensem que são iguais a você, eles imediatamente se sentirão superiores.
- Sempre tire a cobra do buraco com a mão de outra pessoa.
- Nunca faça um inimigo sem necessidade.
- É preferível que seu inimigo superestime a sua estupidez do que sua esperteza.
- Não tente mudar seus inimigos. Tente controlá-los. Saiba onde estão, o que pensam e em quem confiam.
- De vez em quando agüente um idiota; você pode descobrir algo de valor. Mas nunca discuta com ele.
- A única maneira de guardar um segredo é não falar nada.
- Em qualquer empreendimento, multiplique os aspectos negativos de suas perspectivas por dois. Divida os aspectos positivos pela metade.
- Quem ronca não dorme.
- Se tiver de mentir, seja breve.
- Abra a boca e a carteira com cautela.
- A melhor defesa contra os traidores é a traição.
- Algumas derrotas são melhores que a vitória; infelizmente, algumas vitórias são piores que as derrotas.
- Nenhum crédito vale tanto quanto o dinheiro vivo.
- Muitas vezes, perde-se a isca ao fisgar o peixe. É uma perda necessária.
- A melhor proteção é ficar fora do alcance do perigo.
- O homem que quer se enforcar, sempre pode ser conduzido a uma corda.
- Um chefe de gangue esperto, faz ele mesmo uma parte do trabalho sujo e se assegura de que seus soldados saibam disto.
- Se tiver de se curvar, curve-se muito, mas muito baixo. E guarde a lembrança amarga até poder se vingar.
- Estabeleça prioridades: se está cercado de jacarés, a primeira providência é drenar o pântano.
- Mil amigos não são o suficiente. Um inimigo o é. Não existe inimigo inofensivo.
- Se não puder vencer, faça com que a vitória de seu inimigo tenha um preço exorbitante.
- O peixe morre pela boca.
- Quando você aceita o meio-termo, você perde. Quando você parece ter aceito o meio-termo, dá um passo para a vitória.
- Aço ruim não dá bom fio.
- Quando se zangar, feche a boca e abra os olhos.
- Águias não caçam moscas.
- Ao patinar em gelo fino, passe rapidamente.
- Nenhum homem dá tanta importância às virtudes quanto às mulheres.
- Dinheiro é sempre bem vindo, mesmo que seja numa sacola suja.
- Se você não perceber o truque na primeira meia hora de jogo, desista.
- A freira fugitiva sempre fala mal do convento.
- Um punhado de sorte vale mais do que uma tonelada de sabedoria.
- Tudo o que vai, volta – mas nunca a tempo.
- Lobos perdem os dentes, mas não o instinto.
- De cada quinze que elogiam, pelo menos quatorze mentem.
- Lide com os fatos de uma situação ruim como se fosse pior do que o são. Não tente lidar com os fatos de uma situação boa.
- Mulher, vento e sorte mudam rapidamente.
- Sempre se tem o suficiente – suficiente para guardar, para recompensar, para ser roubado – se antes se abocanhou tudo.
- Acredite no homem, não no juramento.
- Mais virgindades já se perderam pela curiosidade do que pelo amor.
- Sentimento é coisa de imbecil.
- Só se conhece o soldado quando ele vira tenente.
- Quando tiver de cortar, convença a vítima de que você é um cirurgião.
- O capo conta parte de seu plano para um, parte para outro, tudo para ninguém.
- Para acabar logo, vá com calma.
- Todo botão tem um terno no armário.
- A sorte sorri e depois trai.
- A mulher de um homem descuidado é quase viúva.
- Muito depois de os outros pecados terem envelhecidos, a avareza continua jovem.
- Se você é a bigorna, seja paciente; se é o martelo, bata.
- A escolha errada, muitas vezes, parece a mais razoável.
- A sorte está do lado dos fortes.
- O silêncio não comete erros.
- Na paz, esteja preparado para a guerra.
- Deixe seu adversário falar. Quando ele acabar, deixe que ele fale um pouco mais.
- Não ensine aos seus soldados todos os seus truques, ou você pode se tornar vítima de si mesmo.
- Em casa fria, procure um corpo quente.
- Para enganar um inimigo, finja que o teme.
- Depois da guerra, muitos heróis se apresentam.
- Dissabores sempre entram pela porta que lhes foi aberta.
- Depois da vitória, afie a faca.
- Quem nunca sai à rua, não conhece o pedaço.
- Se os outros passam toda a vez que você tem uma boa mão, é porque lêem sua expressão.
- Quem bate primeiro, bate por último.
- Vitórias são temporárias, derrotas também.
- Trate estranhos como amigos. Confie neles como num estranho.
- Muitas divergências podem ser resolvidas entre lençóis.

Cala boca mensaleiro! Aguardamos o seu julgamento


Zé Dirceu pretende que a gente alimente "bolivianos cocaleiros" com o sangue de nossos jovens?
Esta dizendo em seu blog que combater narcotráfico vai criar incidente diplomático com os cocaleiros

S

erra, cada vez pior


http://www.zedirceu.com.br/

Cada vez mais direitista. Não bastasse as declarações bem ao jeito da direita brasileira, sobre engaiolar bandidos, feitas em programas de TV popularescos, agora, bem ao estilo baixaria e jogo sujo e ao gosto da direita republicana americana (das mais reacionárias do mundo) o candidato José Serra (PSDB-DEM-PPS), acusa o governo boliviano de cúmplice do narcotráfico, omitindo-se ou sendo conivente com tráfico de cocaína para o Brasil.

Uma acusação sem provas e sem apontar fatos que a comprove, o que nenhum outro país faz - nem os Estados Unidos. Está aí mais uma demonstração do desespero e da busca de pauta, de preferência sensacionalista, por parte do candidato tucano. Não merece nem resposta,até porque Serra fala qualquer coisa. De quebra cria um incidente diplomático, que aliás não é o primeiro partido de declarações destrambelhadas suas.
Lembram-se do seu anúncio recente de que, eleito, extinguiria o MERCOSUL porque o bloco econômico do continente, segundo ele é "uma farsa que só serve para atrapalhar"? Aliás, sobre o tema leiam no portal Carta Maior, o excelente texto do economista argentino, Jorge Beinstein "Serra contra o Mercosul: o auge das direitas loucas na América Latina"...........

TRE cassa direitos políticos de Anthony Garotinho e de Rosinha



Atual prefeita da cidade de Campos dos Goytacazes, a ex-governadora do Rio de Janeiro Rosinha Garotinho (PMDB) teve seu mandato cassado pelo Tribunal Regional Eleitoral (TRE-RJ), acusada de abuso de poder econômico durante a campanha nas eleições de 2008. Ela também ficou inelegível por três anos.

A punição foi estendida ao marido de Rosinha, o pré-candidato do PR ao governo estadual, Anthony Garotinho.

Veja.com

O TRE-RJ julgou que a prefeita de Campos foi beneficiada pelas práticas panfletárias da rádio e do jornal "O Diário" - que teve três dos seus comunicadores também punidos. Como Rosinha obteve mais de 50% dos votos, o Tribunal convocou novas eleições para o município. A decisão ainda pode ser revertida em recurso com efeito suspensivo ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE).
Por meio de sua assessoria, Garotinho informou que ainda está analisando a decisão do TRE e avaliando junto aos seus advogados como deverá apresentar recurso ao TSE.
A assessoria de imprensa da Prefeitura de Campos dos Goytacazes disse que a prefeita ainda não se manifestou sobre o caso.


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Marina ironiza discurso da Dilma sobre reforma tributária

Um pouco rouca devido a uma gripe contraída na semana passada, a senadora Marina Silva, pré-candidata do PV à Presidência da República, ironizou o discurso da pré-candidata do PT, Dilma Rousseff, ex-ministra do governo Lula. A senadora disse achar estranho que Dilma reclame da carga tributária após oito anos de governo. "Ela ficou oito anos (no governo) e só agora descobre que (o preço dos remédios) é inaceitável", provocou, em entrevista à Rádio Band News. Pela manhã, em entrevista à Rádio Record, a ex-ministra defendeu a redução dos impostos que incidem sobre medicamentos e uma reforma tributária. "Nos remédios é um absurdo a tributação. A próxima ação imediata é remédio, porque é uma questão de sobrevivência da população", disse Dilma. A ex-ministra falou por uma hora ao apresentador Paulo Barboza e respondeu a perguntas de cinco ouvintes. Ela aproveitou a audiência formada por 86% de mulheres para elogiar as eleitoras.

Correio Braziliense - Política Livre


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quinta-feira, 27 de maio de 2010

Dilma defende os pobres cocaleiros da Bolivia - Vai combater o CRACK?

Mais alguns dias e vai estar com um colar de folhas de coca no pescoço

Dilma discorda de demonização de Serra sobre a Bolívia


Petista discorda do tucano, que classificou o país de cúmplice do tráfico de drogas

A pré-candidata do PT à Presidência da República, Dilma Rousseff, disse que não concorda com a "demonização" que seu concorrente José Serra (PSDB) fez da Bolívia, ao acusar o governo daquele país de cumplicidade com o tráfico de drogas para o Brasil.
Não é possível de forma atabalhoada a gente sair dizendo que um governo é isso ou aquilo. Não se faz isso em relações internacionais, não é papel de um estadista, de quem quer ser um estadista.
A afirmação da petista foi feita em breve entrevista coletiva nesta quinta-feira (27), em Gramado (RS), onde fez palestra aos participantes do 26º Congresso Nacional de Secretarias Municipais de Saúde.
Dilma defendeu a construção de um padrão diferente de relacionamento na América Latina.

R7 Notícias

- Não acho que esse tipo de padrão, em que você sai acusando outro governo, seja uma coisa construtiva. Acho que a gente tem de ter cautela, prudência, tem de saber que são relações delicadas, que envolvem soberanias.
Ontem, em entrevista à rádio Globo, no Rio de Janeiro, Serra afirmou que o governo boliviano é cúmplice do tráfico de cocaína que vem para o Brasil. Segundo o ex-governador de São Paulo, de 80% a 90% da cocaína consumida internamente tem como origem o país vizinho.
- Você acha que poderia entrar toda esta cocaína no Brasil sem que o governo boliviano fizesse pelo menos corpo mole? Acho que não.
Ele advertiu que suas declarações não são uma acusação e sim "uma análise".
- Não temo um incidente diplomático. A melhor coisa diplomática para o governo da Bolívia é passar a combater ativamente a entrada da cocaína no Brasil.
O presidente da Bolívia, Evo Morales, é um dos aliados do presidente Luiz Inácio Lula da Silva na América Latina.


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Deputado Pedro Henry (PP-MT), um dos réus do mensalão, responde a mais um inquérito no STF

O piloto é particular, o dinheiro é público


Pedro Henry, um dos réus do mensalão, responde a inquérito no STF por ter nomeado o condutor do seu jatinho como assessor na Câmara

O deputado licenciado Pedro Henry (PP-MT), um dos réus do mensalão, responde a mais um inquérito no Supremo Tribunal Federal (STF). O ex-líder do PP na Câmara é acusado de peculato em processo que tramita desde fevereiro deste ano no STF. Em linhas gerais, o que o inquérito informa é que Henry voa de jatinho, e quem paga a conta do piloto é o contribuinte.

Lúcio Lambranho e Edson Sardinha - Congresso em Foco

Trata-se do inquérito 2913, no qual o deputado por Mato Grosso responde por ter contratado um piloto particular como funcionário da liderança do PP na Câmara em 2004. Como líder do seu partido na época, segundo a denúncia, Henry nomeou Christiano Furlan no cargo de assessor técnico adjunto D em Cargo de Natureza Especial 14 (CNE), atualmente com salário bruto de R$ 2,3 mil. O relator do caso, ministro Dias Toffoli, acatou o pedido do procurador-geral de República de instauração do inquérito contra o parlamentar em 16 de março deste ano. Toffoli pediu informações à Câmara sobre a contração de Christiano Furlan. No despacho ele pede: a cópia da folha de freqüência do servidor, cópia das fichas financeiras referentes aos pagamentos dos salários do piloto, a portaria que teria exonerado o funcionário em janeiro de 2005 e a relação de servidores que integraram o gabinete da liderança do PP em 2004.


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Segundo Holocausto


O primeiro-ministro, Binyamin Netanyahu, afirmou que o Irã estaria se preparando para cometer um "segundo Holocausto" e disse que "deve-se usar de todos os meios para impedir que isso aconteça".
O ministro da Defesa, Ehud Barak, já disse que "não descarta nenhuma opção para impedir que o Irã tenha armamentos nucleares", e o chefe do Estado Maior, general Gabi Ashkenazi, mencionou a capacidade da Força Aérea de atacar "alvos distantes".
Yalon, que já foi chefe do Estado-Maior do Exército de Israel e é um dos ministros do "gabinete dos sete" – o fórum de ministros considerado mais importante do governo israelense –, chegou a declarar que Israel de fato "já se encontra em um confronto militar com o Irã", mencionando o conflito de Israel com o Hamas e o Hezbollah, organizações que Israel considera "extensões" do Irã.
Os pronunciamentos sobre a possibilidade de que Israel venha a atacar o Irã levaram o presidente americano, Barack Obama, a enviar emissários especiais para convencer o governo israelense de que o caminho para impedir o desenvolvimento de um projeto nuclear iraniano para fins militares seria por intermédio de sanções.
Fonte: http://www.bbc.co.uk/portuguese/noticias/2010/05/100510_israeliraataquefn.shtml

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Reajuste dos Aposentados - Vamos manter a pressão, somos 25 mi de votos

Lula manda refazer as contas para manter os 7,7%

Presidente pediu novos cálculos da arrecadação para não vetar reajuste que beneficia 8,3 milhões de aposentados, mas vai barrar fim do fator previdenciário


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu à equipe econômica para refazer as contas sobre a arrecadação porque não está disposto a vetar o reajuste de 7,72% para os 8,3 milhões de aposentados que ganham acima de um salário mínimo. Lula já decidiu barrar a emenda que extingue o fator previdenciário, mas não quer arcar com o ônus político de um veto duplo no fim de seu mandato e num ano eleitoral.

Vera Rosa e Tânia Monteiro, BRASÍLIA - O Estado de S.Paulo

A equipe econômica, porém, continua pressionando o presidente, sob o argumento de que não há recursos. A alternativa oferecida para resolver o problema é um abono de 6,14% sobre as aposentadorias e pensões acima de um mínimo. Na prática, esse grupo já recebe o valor corrigido desde janeiro.

Até ontem, Lula resistia a optar pelo abono - que não é incorporado ao benefício - e mandou os técnicos fazerem novos cálculos. "A pressão está grande, mas ele ainda não bateu o martelo. Não quer vetar o reajuste e acha que ainda pode encontrar uma solução", disse ao Estado um auxiliar do presidente.

Pelos cálculos apresentados a Lula, a diferença entre o reajuste de 6,14% e os 7,72% aprovados pelo Congresso provocaria um impacto anual no Orçamento de R$ 1,5 bilhão. "Nós até aceitamos o veto sobre o fim do fator previdenciário, criado para desestimular as aposentadorias precoces, mas vamos pedir ao presidente que conceda o reajuste", afirmou o deputado Paulo Pereira da Silva (PDT-SP), que comanda a Força Sindical. "Um abono é muito pouco, tão pequeno que parece até uma esmola para os aposentados."

Sem querer mexer nesse vespeiro, a pré-candidata do PT à Presidência, Dilma Rousseff, disse que Lula é um homem "com muita sensibilidade" e admitiu que há defasagem na correção das aposentadorias acima de um mínimo desde outros governos. Ex-ministra da Casa Civil, Dilma ressalvou, no entanto, que o presidente tomará a decisão sem comprometer o equilíbrio das contas públicas.

Em conversas reservadas, Lula não escondeu a contrariedade com o Congresso. Disse a ministros que o Legislativo deixou um "abacaxi" para ele descascar. Apesar do discurso para consumo externo de que o prejuízo eleitoral de um veto não é tão grande, ele está preocupado. Sabe que o corte do reajuste será explorado pelo pré-candidato do PSDB, José Serra, e pode respingar na campanha de Dilma.

As centrais sindicais convidaram o presidente para participar da Conferência Nacional da Classe Trabalhadora, marcada para o dia 1.º, no Estádio do Pacaembu, em São Paulo. Previsto para reunir representantes de 5 mil sindicatos, o ato foi planejado sob medida para aprovar as propostas que as centrais entregarão aos pré-candidatos à Presidência.

Lula ainda não confirmou presença na conferência. Com receio das multas aplicadas pela Justiça Eleitoral, que vê campanha antecipada para Dilma, ele agora avalia com cuidado a conveniência de comparecer a esse tipo de manifestação. Além disso, confidenciou a interlocutores que só irá se não tiver vetado o reajuste de 7,72%.

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Serra diz que governo boliviano é cúmplice do tráfico no Brasil

Cavaleiro do Templo: Serra, deixe de ser cúmplice moral do lula, Serra. Diga logo tudo que já sabemos sobre o sapo e o FORO DE SÃO PAULO para a população deste país.


serra Foto: Cristiano Eduardo/Futura Press
O candidato tucano elevou o tom e criticou a relação brasileira com Evo Morales
Foto: Cristiano Eduardo/Futura Press

    JOÃO PEQUENO
    Direto do Rio de Janeiro
    O pré-candidato do PSDB à presidência da República, José Serra, disse na tarde desta quarta-feira (26), em entrevista à Rádio Globo, no Rio de Janeiro, que o governo da Bolívia é "cúmplice pelo narcotráfico no Brasil", acrescentando que a gestão de Evo Morales é tratado como um "governo amigo" pelo presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
    Após a afirmar citar estimativa segundo a qual 80% da cocaína boliviana viria para o Brasil, Serra disse que o governo federal deve assumir responsabilidade contra a entrada de armas e drogas no País.
    Em seguida, perguntado durante entrevista coletiva, se a acusação poderia futuramente gerar um atrito diplomático, o pré-candidato do PSDB alegou que não fizera uma acusação, mas uma "análise da situação".
    "Quando a gente vê que cerca de 80% a 90% da cocaína da Bolívia vem parar no Brasil, pode dizer que o governo boliviano fez, pelo menos, corpo mole", criticou.
    Ainda sobre segurança, Serra cogitou mudar a Constituição, caso seja necessário, para corresponsabilizar o governo federal pela questão, criando "não apenas como mais uma burocracia", o Ministério da Segurança Pública, uma de suas promessas.
    "Acho fácil mudar (Constituição Federal). Precisamos de três quintos do Congresso. As duas coisas que mais preocupam as famílias brasileiras são saúde e segurança", afirmou, acrescentando que conseguiu passar diversas emendas constitucionais como parlamentar e como ministro da Saúde do governo Fernando Henrique Cardoso.

    Nove motivos pelos quais o ministro do STF deve ser expulso do STF

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