terça-feira, 1 de dezembro de 2009

Tem cara de caixa dois


A cena do governador do Distrito Federal, José Roberto Arruda (DEM), recebendo um maço de dinheiro em plena campanha eleitoral, em 2006, é um forte indício da prática do crime de caixa dois - ou seja, o uso de dinheiro não declarado à Justiça Eleitoral. A avaliação é de dois ministros do Tribunal Superior Eleitoral (TSE): o presidente, Carlos Ayres Britto, e um dos ministros substitutos, Marco Aurélio Mello, que em 2010 assumirá uma cadeira de titular na Corte. Ambos também integram o Supremo Tribunal Federal (STF). A defesa de Arruda alega que era doação de campanha. Ayres Britto lembrou que a Lei Eleitoral não permite doações em dinheiro vivo.
"Haja panetone!", reage Ayres Britto
Fim de ano esta chegando, vamos engolir!

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