sexta-feira, 7 de agosto de 2009

Paulo Duque deve arquivar hoje mais sete acusações contra Sarney

07/08/2009 - 09h57 da Folha Online
O presidente do Conselho de Ética do Senado, Paulo Duque (PMDB-RJ), deve arquivar nesta sexta-feira mais sete acusações contra o presidente da Casa, José Sarney (PMDB-AP), por
tráfico de influência, ocultação de informações à Justiça Eleitoral e responsabilidade pelos atos secretos.
Duque irá se posicionar sobre três representações do PSDB e uma do PSOL, além de duas denúncias protocoladas pelo líder do PSDB, Arthur Virgílio, e por Cristovam Buarque (PDT-DF) e outra que foi protocolada por Virgílio individualmente.


2 comentários:

  1. Olá LORD.
    Esse MATUSALÉM é um velho abstrato do RIO DE JANEIRO (cidade que já foi maravilhosa) e hoje manchada por diversos políticos como esse Paulo Matusalém Duque patrocinado por outro cara de pau com o 'NOME" DE CABRAL.Ele é o segundo suplente do nada e comprado pelo grileiro do MARANHÃO e apoiado pelos cães de guarda do RENAN (CORRUPTO).Cara está passando da hora da nossa união divulgando matérias em conjunto para maior divulgação. Estou na nova cara no senado, clonando (no bom sentido) matérias também publicada no seu blog.
    abraços do:
    www.betocritica.blogspot.com

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  2. PAULO DUQUE (PMDB-RJ) é suplente de senador é ‘clandestino’, segundo suplente, herdou a vaga de Sérgio Cabral, eleito governador do Rio de Janeiro em 2006; o primeiro suplente, Régis Fichtner, deixou o Senado em fevereiro de 2007, quando assumiu a chefia da Casa Civil do governo do estado do Rio
    PAULO DUQUE é alguém que não aparece nas urnas, que ninguém sabe quem é, que se elege para um cargo tão nobre como é o de senador da República sem ninguém saber quem é. E que só é revelado no momento em que toma posse.
    A OAB defende, na discussão sobre a reforma política, a extinção da figura do senador suplente sem voto. A entidade já encaminhou no ano passado pelo Conselho Federal da OAB aos dirigentes dos poderes Executivo, Legislativo e Judiciario.
    Ele custa 33 MILHÕES POR ANO AOS COFRES PÚBLICOS.
    Não tendo que se submeter ao escrutínio do eleitorado, o suplente pode dar as costas à opinião pública. Por isso, é usado pelos cardeais do Senado para fazer todo tipo de trabalho.
    Desde o mais impopular até o mais antiético.
    Serve para presidir Conselho de Ética e arquivar processos contra senadores poderosos.
    Serve para assar pizza em CPI.
    Serve para participar de tenebrosas transações onde se negocia tudo e todos.
    Em suma, o suplente de senador é utilíssimo!
    Sua sobrevivência está garantida no Brasil

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